sexta-feira, abril 25, 2008
EXPOSIÇÃO COLECTIVA DE PINTURA ,
Esta Exposição tera lugar entre 25.04.2008 e 04.05.2088 na sede da S.F.R.Pataiense , Pataias.
Esperamos poder contar com a v/ presença.
BREVES NOTAS BIOGRÁFICAS
Anabela Maria Soares Ascenso, 37 anos, natural de Pataias ,
frequentou a Escola Sec. Engº Acácio Calazans Duarte;o curso Profissional Auxiliar Administrativo e o Curso de Contabilidade. Frequentou durante três anos aulas particulares de pintura a óleo, tendo adquirido conhecimentos de pintura em vitral e tela. Foi dirigente do Agrupamento 989/Pataias do Corpo Nacional de Escutas ,3ª Secção até 1997 .Participação em Acampamentos Regionais ,Nacionais e Acampamento Mundial de Escutismo. Ambicionando continuar a trabalhar com os jovens está empenhada na animação e ocupação dos tempos livres . Desenvolve actualmente actividades lúdicas com crianças até aos 12 anos,acreditando na construção de um futuro mais risonho.
Aurélio José Bento Pereira Vaz, 47 anos , natural de Pataias.
É um auto didacta , que desenvolveu as suas capacidades na área da pintura ,tendo como motivos paisagens , frutos, flores e animais.
Gosta de futebol ver televisão e ouvir musica.
Luis António de Jesus Gonçalves, natural de Pataias.
Estudou no Externato D. Fuas Roupinho onde completou o 12º ano. Ingressou no ISMAG, onde frequentou o curso de Gestão de Recursos Humanos.
Durante vários anos frequentou os ateliers de pintura de Massimo Esposito, em Leiria. Fez um curso de azulejos ministrado pela Profª. Elisabete Canavarro.
A partir de 2005 colabora com Massimo Esposito no “Il Pittore Italiano” projecto com mais de 10 anos e com várias escolas de pintura na zona centro do Pais.
Em 2007 venceu a 4ª Bienal de S. Catarina Serra ,Fátima, com a obra Oculta. Realizou várias exposições individuais e colectivas.
Professor Luis Gonçalves, natural da Guarda .
Faz os seus estudos liceais e evidencia as suas tendências artisticas. Expõe pela primeira vez em 1954 a aguarela e a caricatura são nessa época ,as suas formas de expressão. A partir de 1957 passa a viver e a trabalhar em Lisboa. É admitido na Escola Superior de Belas-Artes e termina o curso Complementar de Pintura em 1964.Nos finais desse mesmo ano parte para Itália como bolseiro da Fundação Gulbenkian e frequenta o curso do Magistério Profissional de Arte, no Instituto de Arte de Florença.Faz o curso de Arte Bizantina e Ravenana e expõe individualmente no Centro d’Incontro Per Stranieri no “Palazzo Srozzi” em Florença. Participou em várias exposições individuais e colectivas em Portugal e no Estrangeiro e foram-lhe atribuídos vários prémios. É professor do ensino secundário e autor de livros didácticos sobre Educação Visual e Geometria Descritiva.
Em 1984 expõe na Casa da Cultura de Pataias.
Reparte-se entre Lisboa e Pataias,numa viagem renovada por trilhos conhecidos como as vozes dos amigos.
Maria Ália Raimundo Vieira, natural de Pataias.
Viveu a sua infância e adolescência em Pataias. Frequentou o Curso do Magistério primário em Castelo Branco.
Exerceu a sua actividade como Professora do Ensino Básico na terra que a viu nascer. Está aposentada.
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Maria Assunção Vieira Bagagem, 66 anos, natural de Pataias.
Possui a escolaridade obrigatória, antiga quarta classe . Começou muito nova a trabalha, sem ter oportunidade para desenvolver o gosto inato pela pintura e pelas artes decorativas.
Está reformada e frequenta um curso de pintura e artes decorativas na Galeria Sandribel, em Pataias.
Participou em duas exposições colectivas de pintura.
Milú Dias , nasceu em Leiria .
Viveu a sua infância e adolescência no concelho de Ourém (Freixianda).
Frequentou o Conservatório de Toma, onde adquiriu conhecimentos na área musical ,de 1987 a 1989. Frequentou o curso de Educadoras de Infância da Escola Superior de Educação de Leira - Pólo das Caldas da Rainha em 1989/1990.Exerce desde 1991,actividade no ramo bancário. Actualmente frequenta o curso de Gestão Bancária no ISGB, em Lisboa.
Realizou várias exposições individuais.
Sandra Cristina Campos de Jesus, 20 anos, natural da Marinha Grande,
frequenta desde 2005 o Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra.
Possui o FCE (First Certificate in English) desde 2003.
Pratica equitação desde 2006 e frequenta aulas de dança de salão desde 2007.
O interesse por artes decorativas surgiu aos 11 anos, idade com a qual se iniciou num atelier leccionado por Romy. Durante 6 anos aprendeu as técnicas base para desenvolver trabalhos artísticos em tela, pano, gesso, estanho, madeira e vidro.
Após elaborar diversos tipos de obras, o trabalho em tela é neste momento o eleito, baseando-se em aplicações dos mais diversos materiais, moldagem de massa e pintura em acrílico.
quinta-feira, abril 24, 2008
Para reflectir
Esqueçamos as bandeiras politicas que possamos defender e vamos concentrarmo-nos na democracia e no real estado da Nação.
O momento que vivemos é demasiado grave e já se vem arrastando de há uns anos mas parece que, agora, a situação se está a tornar insustentável para a maioria do povo português:
"Temos de procurar melhorar a democracia em que vivemos. Em todo o lado, positivamente, confiante, o povo vai resistindo e lutando (...).
(...)Estamos também numa hora em que se demonstra a fulanização da política. Perdem-se horas de debate para decidir quem será o futuro leader do PSD e nada se discute para as políticas necessárias, para as grandes soluções ou para as medidas mais básicas: para quem vive na miséria, ou para quem está desempregado(...).
(...)Temos de sair de casa e lutar inteligentemente, procurando os consensos, a unidade, para transformar e para almejar a vida feliz que todos aspiramos (...).
Rectificação
Amavelmente, João Miguel Pimenta Pereira fez-nos chegar a seguinte informação:
"da escola Frei Estêvão Martins também foi outra equipa do 9º, com bom desempenho.
Agora só nos resta tentar ganhar as finais no Porto.
Sonhos da Equipa: Olimpíadas Internacionais de Química (IChO) e Olimpíadas Ibero-americanas de Química (OIAQ)."
Os meus parabéns pela participação e pelo esforço - Vá pessoal, FORÇA !
TGV: Movimentos contra o traçado em Alcobaça admitem voltar à rua contra medidas preventivas
28-Mar-2008
28 Mar 08
Os movimentos de cidadãos contestatários ao traçado da rede ferroviária de alta velocidade (TGV) no concelho de Alcobaça admitiram hoje voltar aos protestos na rua, depois da entrada em vigor das medidas preventivas ao uso do solo.
“Se calhar temos, outra vez, de mobilizar as populações para alertar os órgãos políticos”, disse à Agência Lusa o porta-voz do Movimento Anti-TGV em Alcobaça (MATA), Bruno Letra, que acredita que “as medidas preventivas vão restringir o potencial desta zona”.
Também Noémia Rodrigues, do Amigos da Terra por Amor à Camisola (ATAC), admitiu voltar aos protestos: “Se calhar vamos ter de fazer mais coisas, esta decisão reavivou de novo as pessoas, vamos continuar a enveredar esforços para que não venha por aqui”.
O MATA confia que a petição "TGV Serra dos Candeeiros – Não", com 5.041 assinaturas, entregue a 04 de Março na Assembleia da República, “ainda possa travar o processo”, considerando que “até chegarem as máquinas ainda falta muito tempo”.
“A população está desiludida e triste com esta organização do Estado, que atribui o direito à petição, mas o governo decide antes de ouvir a Assembleia da República”, frisou Bruno Letra, concluindo que “nem a RAVE nem o governo estão dispostos a ouvir as populações”.
O porta-voz do movimento classificou de “impressionante” o número de “terrenos e espaços que estão à venda” em Alcobaça, desde a definição do traçado preliminar para o TGV.
Também Noémia Rodrigues, do ATAC, que confia num recuo do governo, reconhece a existência de “inúmeras” casas e terrenos que estão à venda nas freguesias afectadas pelo traçado do TGV. “Eu não acredito que passe por aqui”, sustentou Noémia Rodrigues, primeira signatária de uma contestação entregue a 11 de Março a 13 entidades, entre as quais ao Presidente da República, à Assembleia da República, à Procuradoria-Geral da República e grupos parlamentares, apelando à averiguação sobre o afastamento dos técnicos responsáveis da avaliação do traçado.
“A contestação está muito bem encaminhada, quase todas as entidades responderam de forma simpática e encorajadora”, assegurou Noémia Rodrigues, acrescentando que as populações “desconfiam da credibilidade desta medida”.
“Desde a mudança do aeroporto da Ota que esperam que volte atrás”, afiançou Noémia Rodrigues. “O ministro não inspira confiança absolutamente nenhuma. Isto (medidas preventivas) também foi feito com o aeroporto da Ota”, afirmou.
Ambos os movimentos protagonizaram protestos contra a construção da linha de TGV em Alcobaça.
A 07 de Dezembro, o ATAC promoveu uma marcha lenta com cerca de duzentas viaturas, cujos ocupantes envergavam camisolas com a mensagem: "TGV - Vamos deixar comer-nos por ele?", a partir de dois locais, Moleanos (IC2) e Aljubarrota, e com destino a uma manifestação junto aos Paços do Concelho de Alcobaça.
Antes, a 04 de Outubro, o MATA reuniu também cerca de duas centenas de viaturas em marcha lenta, no IC2, entre Venda das Raparigas e Moita do Poço, para contestar os traçados propostos pela RAVE para a Freguesia da Benedita.
Na altura, ainda em fase de consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA), a sessão da Assembleia Municipal de Alcobaça, na presença de cerca de 400 pessoas, rejeitou todos os possíveis traçados para o TGV ao aprovar uma moção, com abstenções dos deputados do PS, recusando peremptoriamente a proposta da Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE). Segundo o relatório de consulta pública, a Agência Portuguesa do Ambiente, recebeu 3.809 pareceres individuais, dos quais 3.665 provenientes das freguesias de Benedita (1.758), Turquel (900), Évora de Alcobaça (395), Prazeres de Aljubarrota (414) e S. Vicente – Aljubarrota (198), do concelho de Alcobaça, manifestando-se “totalmente contra todos os traçados”.
Entraram hoje em vigor as medidas restritivas ao uso do solo para o traçado preliminar da rede ferroviária de alta velocidade (TGV) entre Lisboa e Porto, abrangendo 24 concelhos, entre os quais o de Alcobaça.
De acordo com o decreto que hoje entra em vigor, a “criação de novos núcleos populacionais, incluindo operações de loteamento”, a “construção, reconstrução ou ampliação de edifícios ou outras instalações” e a “instalação de explorações ou ampliação das já existentes” ficam sujeitas a “parecer prévio vinculativo da Rede Ferroviária Nacional” (REFER).
À semelhança de “alterações importantes, por meio de aterros ou escavações, à configuração geral do terreno”, ao “derrube de árvores em maciço” e a “destruição do solo vivo e do coberto vegetal”.
Bem, meus amigos, passou um mês sobre a entrada em vigor deste decreto-lei.
Tudo quietinho e caladinho! Afinal o que se passa? Estará a preparar-se uma nova táctica do quadrado?
terça-feira, abril 22, 2008
pensamento do dia
POR FAVOR.....
RACIOCINE!
Alcobaça - de parabéns!
A semi-final foi organizada pelo Dep. de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
As provas decorreram no Sábado, 19 de Abril. Participaram 170 alunos de escolas dos distritos de Leiria, Coimbra e Viseu, formando 57 equipas.
A final nacional está a cargo da Universidade do Porto e será no dia 10 de Maio.
1º Lugar Escola Básica 2,3 Frei Estêvão Martins de Alcobaça, com a equipa composta por: Bernardo Pascoal Figueiredo,
Catarina Mendes Correia,
João Miguel Pimenta Pereira
Prof. acompanhante: Desidério Carreira Pires
veja mais em: https://woc.uc.pt/quimica/event/dataNews.do?elementId=148
domingo, abril 20, 2008
Alcobacenses acordem!
às vezes tenho a sensação que a população do nosso concelho está adormecida, apática e sem capacidade de reacção.Exposição de aguarelas e desenhos em Coz

quinta-feira, abril 17, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
Vamos lutar pelo futuro de Aljubarrota?
Aljubarrota é uma das vilas mais antigas de Portugal. Considerado um ponto estratégico, na batalha que lhe deu o nome, aliado à lenda da Padeira, tornaram Aljubarrota um dos locais mais conhecidos da nossa história.
Mas Aljubarrota não vive do seu nome glorioso. Aljubarrota precisa de agitação a nível cultural e turístico.
Precisa de gente com visão e com garra que lutem por ela, precisa de fixar e/ou atrair jovens, novas ideias, reestruturar mentalidades. Precisa de olhar o presente tentando alcançar um futuro mais promissor.
O turismo será, de certo, o caminho, não só das nossas freguesias, mas de todo o concelho.
Talvez as freguesias de Aljubarrota não representem muitos votos mas apenas porque ninguém apostou nelas, de verdade. Aliado à história, temos o facto de ser um ponto de passagem dos peregrinos para Fátima e o que se tem feito para aproveitar este factor? Nada!
Agora, nem temos um local onde se vendam recordações da terra, não temos um posto de turismo e, até temos de recorrer a pessoas de fora para divulgar a nossa terra às imensas excursões que por cá passam.
Ah, como eu gostava de ver isto mudar!...
terça-feira, abril 08, 2008
as coisas que eu encontro em comentários de blogs...
05 Abril, 2008
Gostei de conhecer este espaço. postagens interessantes, como interessantes são alguns dos comentários neles deixados.
Lúcia Duarte
08 Abril, 2008
comentários retirados do blog Sino da Aldeia
de quem estará esta mulher a falar?
de quem estará este homem a falar?
Todos tomámos as medidas certas em lugar e horas próprias!”…
E o que se fala na imprensa pode servir para escrever uma farsa e nunca uma obra literária de qualidade! As coisas entram-me por um ouvido e saem-me pelo outro!”(...)
dr sapinho 2007
segunda-feira, abril 07, 2008
reflexão
quinta-feira, abril 03, 2008
È DE LOUVAR – 34 ANOS A SERVIR ALCOBAÇA!
Fez, precisamente no dia 1 de Abril, 34 anos (1974) que o conhecido Dr Pedrosa veio para Alcobaça.
Um homem de valor que serviu o nosso concelho como poucos o fizeram.
O seu carácter humilde e humano, o profissionalismo e o amor e dedicação às causas da nossa terra tornam-no um homem respeitado e amado por todos.
Em 1977 torna-se sócio fundador (sócio nº 1) do Clube de Natação de Alcobaça.
Pertenceu aos quadros do Hospital da Misericórdia que vem, mais tarde a ser estatizado.
Entre 81 e 86 foi presidente da comissão instaladora do Hospital de Alcobaça. Nessa altura, recorde-se, Alcobaça via nascer os seus filhos na Nazaré e é este homem que, em apenas 6 meses, fruto de muito trabalho e persistência, consegue abrir uma maternidade no nosso hospital, para que todos os filhos de Alcobaça pudessem nascer na sua verdadeira terra.
Mas a actividade do Dr Pedrosa não fica por aqui – é conhecido o seu lado humanitário e a ajuda que dava aos mais necessitados no campo da saúde.
È entre 82 e 85 que exerce as funções de vereador na Câmara Municipal de Alcobaça. De 1985 a 1989 esteve na Assembleia Municipal. Em 89 esteve como vereador da cultura e como substituto do presidente de câmara.
Desenvolveu diversos trabalhos em prol da cultura, do desporto e na prevenção e combate à toxicodependência.
Entre vários projectos contamos com a primeira geminação de Alcobaça com Tarouca.
No desporto, é com ele que se começam a dar os primeiros subsídios camarários.
Em 94 passa a vereador das obras particulares e elabora o PDM. Lança-se o Procom (em conjunto com o arquitecto Ferro).
È também em 94 que se torna presidente da Fundação Maria Oliveira onde esteve até 2002. Também aqui fez obra !- elabora novos estatutos para a Fundação, constrói-se o actual edifício, surge o centro de dia, o apoio domiciliário, a creche, o infantário, os tempos livres e uma unidade para acamados.
O lar aumenta a capacidade de camas de 65 para 80. Consegue bons acordos com a segurança social. Consegue um acordo para obter uma boa parcela de terreno (contíguo ao edifício da fundação) permitindo a sua ampliação e a criação de novas actividades.
Durante o seu mandato na Fundação criam-se 50 novos postos de trabalho e aumenta-se a receita anual em 5 vezes.
Concilia toda esta actividade com os cargos que, entre 96 e 2000 exerceu no Ginásio Clube de Alcobaça (presidente da Assembleia-geral, vice-presidente e presidente) e é nesta altura que o estádio se torna relvado.
È este o Homem que ainda luta por Alcobaça e que acaba de vencer as eleições para a concelhia do Ps, na procura da unidade do consenso e do trabalho entre todos os militantes, como sempre o fez em todos os lugares onde exerceu a sua actividade profissional.
É a este Ser Humano que queremos hoje prestar a nossa singela homenagem pelo seu percurso profissional, cívico, humano e político. E, como ao lado de um Grande Homem está sempre uma Grande Mulher – o nosso muito obrigado aos dois por tudo o que têm feito por Alcobaça!
Lúcia Duarte
terça-feira, março 25, 2008
contestação
Algumas só o fazem por ser politicamente correcto e pretendem com isso alcançar mais votos nas próximas eleições até porque, quando estávamos em tempo útil para evitar o avanço do processo, alguém com muito conhecimento do que é o bem servir Alcobaça, limitou-se a bater com a porta às negociações, mesmo quando um colega de ideologia lhe ia chamando a atenção para os perigos desta aberração. - nada de estranhar!
mas, felizmente, existem, no concelho, pessoas realmente preocupadas em defender o ambiente, os valores patrimoniais e históricos.
estas pessoas são raras, eu sei!
mas, talvez por isso, eu sinto uma grande honra por saber que existem.
Como muitos já perceberam, estou a falar do grupo ATAC (amigos da terra por amor à camisola).
e acho importante que quem me visita neste nosso humilde ponto de encontro, tenha conhecimento de uma contestação por eles elaborada e resultado de intenso trabalho de pesquisa.
Com esforço pessoal, este grupo de cidadãos, fez o que os politicos deveriam ter feito.
Aqui fica a contestação que retirei do blog da ATAC e que, no meu entender,deve ser devidamente difundido e apoiado:
Jorge Alves, Noémia Rodrigues, João Oliveira, Francisco Vicente, Marília Russo, residentes na freguesia de Prazeres de Aljubarrota Concelho de Alcobaça, membros do movimento cívico ATAC (Amigos da Terra por Amor à Camisola).Após leitura e reflexão da Declaração de Impacto Ambiental do projecto “Ligação Ferroviária de Alta Velocidade entre Lisboa e Porto, Lote C1 – Troço Alenquer (Ota) / Pombal”, emitido pelo MAOTDR, ficaram verdadeiramente surpreendidos com a facilidade e ligeireza como o MAOTDR pode emitir uma declaração de impacto ambiental favorável à alternativa CSN 11 (SE+LE+NB), embora condicionada, quando o estudo que a suscitou se encontra tão incompleto e com impactos altamente graves a vários níveis, desta forma vêm apresentar a sua CONTESTAÇÃO.
I - Ocupação humana
Trata-se de uma Capela renascentista, que está datada de 1606, em que o telhado do altar-mor é construído em abóbada e cujas paredes laterais são suportadas por contrafortes com cerca de metro e meio de largura.
“Defronte da villa a 200 metros de distância vêem-se alguns vestigios da antiquissima egreja de Santa Marinha (ainda vêem no adro sepulturas de eras remotíssimas, com dizeres e instrumentos agrícolas esculpidos). Teem-se aqui achado moedas romanas de prata.
ALCOBAÇA, ALFEIZERÃO(só a localidade de Casal Pardo), BÁRRIO, BENEDITA, CELA, ÉVORA DE ALCOBAÇA, MAIORGA, PRAZERES DE ALJUBARROTA, S. VICENTE DE ALJUBARROTA, TURQUEL, VESTIARIA, VIMEIROA captação de Chiqueda abastece uma população de 42 000 habitantes, com um consumo médio diário ano de 12 350m3 de água.
O parecer negativo da Comissão de Avaliação do Projecto, tal como foi feito inviabilizaria inevitavelmente os traçados propostos pela Rede de Alta Velocidade (RAVE) para o atravessamento na zona entre a Ota e Pombal.O Vice-presidente da CCDRC, Henrique Moura Maia, fez o frete à Agência Portuguesa do Ambiente “as alternativas podem ser todas másmas, decididamente havia que hierarquizá-las” porque “quem vai decidir, vai ter que saber qual é a menos má”.
Face ao exposto é visível, e óbvio, que a passagem do TGV vai trazer ao Concelho de Alcobaça e ás suas gentes, nomeadamente a 8 das suas freguesias, um ónus que as populações e o Concelho não vão conseguir reparar nem recuperar.
Os Signatários acima nomeados
Foi dado conhecimento desta mesma Contestação a:
PS; PSD; CDS – PP; OS VERDES – PEV; PCP; Bloco de Esquerda; Deputada Zita Seabra; Comissão Parlamentar do Poder Local do Ambiente e Ord. do Território; Comissão Parlamentar das Obras Públicas; Ministério do Ambiente; Ministério dos Transportes; Procurador Geral da República; Presidente da República.
segunda-feira, março 24, 2008
Oposição - o renascer da esperança!
Estas guerrilhas, a maior parte das vezes provocadas por ambição pessoal, retiravam a possibilidade de se fazer uma verdadeira oposição à má governação do psd na câmara do nosso concelho.
Finalmente, com o aproximar das eleições para a comissão politica do ps, começou a haver uma preocupação em unificar o partido e em reunir esforços para encontrar pessoas crediveis numa luta por uma Alcobaça melhor.
Foi com grande satisfação que me apercebi que um dos grandes nomes da nossa medicina encabeçava uma lista com objectivos muito concretos - o Dr Pedrosa.
Não querendo retirar o mérito a algumas pessoas que integram a lista concorrente a esta, sempre vou dizendo que quer os propósitos, quer a união dos elementos em torno da lista encabeçada pelo dr Pedrosa me parecem de louvar .
Para os que já me conhecem e sabem que não sou vira-casacas, apenas vos digo que não gosto de votar em nomes. Voto em projectos!
Por isso tentei que me fossem enviados os projectos de ambas as listas.
Assim, ficámos sem capacidade de vos poder informar sobre os propósitos dessa lista, bem como os nomes dos elementos que constam da mesma.
Feito o mesmo pedido a um elemento da lista do Dr Pedrosa, o mesmo, amavelmente, enviou toda a informação solicitada e que reproduzo em baixo. Fica à vossa consideração reflectir sobre a transparência dos actos e votar (no caso de serem militantes do PS) na lista que melhor sirva os vossos interesses como cidadãos atentos e interessados em melhorar a péssima imagem que a politica tem tido em Alcobaça.
As propostas da lista do Dr Pedrosa:
- Reuniões regulares da Comissão Política e da Assembleia Geral de Militantes,
- Discussão das matérias de maior relevância para o Concelho, no seio da Assembleia Geral de Militantes e Comissão Política de modo a debater devidamente com todos os militantes e reforçar assim as nossas posições,
- Promoção de convívio entre os militantes extra reuniões através de iniciativas,
- Envolvimento de todos os eleitos e não eleitos, bem como dos militantes na preparação e constituição das propostas e listas autárquicas.
- Realização de iniciativas temáticas de âmbito concelhio, bem como das freguesias,
- Reforço da formação autárquica,
- Oposição atenta e pró activa à CMA e Juntas.
os elementos da lista:
www.psleiria.org
Federação Distrital de Leiria
Eleição da Comissão Politica da Concelhia de Alcobaça
Mandato 2008 – 2010
Declaração de Aceitação de Candidatura
Os membros do Partido Socialista abaixo designados, declaram aceitar candidatar-se à
Comissão Politica de Alcobaça pela lista que tem como primeiro subscritor e candidato
o camarada José Carvalho Pedrosa, militante nº 15635.
Declaram ainda, sob compromisso de honra, que não se encontram abrangidos por
qualquer incapacidade eleitoral, inelegibilidade ou incompatibilidade prevista nos
Estatutos do Partido Socialista, nem figuram em mais de uma Lista de Candidatos.
1. José Carvalho Pedrosa Militante nº. 15635
2. Rui Manuel Dias Alexandre Militante n.º 31606
3. Ana Cristina da Silva Soares Ribeiro Militante n.º 42575
4. António José Rodrigues Henriques Militante n.º 10080
5. César José Lourenço Santos Militante n.º 41494
6. Maria Isabel Rodrigues Santos Militante n.º 84471
7. António Rebelo Delgado Tomás Militante n.º 48682
8. Arnaldo Augusto Homem Rebelo Militante n.º 21499
9. Cátia Verónica Forreta Machado Militante n.º 103727
10. António Aniceto Figueiredo Militante n.º 5714
11. Carlos Manuel F. Portugal Silveira Militante n.º 4197
12. Maria Teresa Bonita Martins Militante n.º 62297
13. César Alexandre Martins Borges Militante n.º 33035
14. Tito Lourenço Santos Militante n.º 89332
15. Anabela Silva Portugal Silveira Militante n.º 29746
16. Ricardo Cristóvão F. Calado André Militante n.º 39982
17. Miguel João Ramalho Vicente Militante n.º 103768
18. Paula Lúcia S. B. A. Duarte Bernardo Militante n.º 103764
19. Paulo Jorge Inácio Susano Militante n.º 98326
20. Henrique José Alves Henriques Militante n.º 93204
21. Sofia Machado Guilherme Militante n.º 103730
22. Telmo Fernando Morais Silva Militante n.º 89331
23. Óscar Campos Pereira Militante n.º 55914
24. Maria Jesus F. S. Portugal Silveira Militante n.º 4198
25. Ricardo Narciso Lopes Militante n.º 89330
26. Eugénio Maria Silva Dias Militante n.º 83379
27. Maria Isabel Veríssimo P. Alexandre Militante n.º 49863
28. Joaquim Conceição Fernandes Militante n.º 103728
29. Ostvaldo Henriques Gomes Franco Gabriel Militante n.º 63634
30. Andreia Clara Marques Carvalho Militante n.º 84472
31. Tiago Marcelo S. Aniceto Figueiredo Militante n.º 65469
Suplentes:
1. Graça Maria Martins Borges Militante n.º 98323
2. Pedro José Videira Diniz Militante n.º 84473
3. Filipa Santos Aniceto Figueiredo Militante n.º 65470
4. José Arsénio Santos Militante n.º 89324
5. Maria Lisete Matos Forreta Militante n.º 103729
6. Carlos José Marques Martins Militante n.º 86784
7. Maria Gloria Rosa Dias Alexandre Militante n.º 34381
8. António Santos Ramos Militante n.º 45425
9. Ana Sofia C. Sousa Diniz Militante n.º 84470
10. Paulo Jorge Couto Pereira Militante n.º 39984
11. Ana Oliveira Ramos Militante n.º 49864
12. Dilane Manuel Pereira Machado Militante n.º 103726
13. Telma Margarida Carvalho Pedro Militante n.º 103785
14. Nuno Filipe Santos Bernardes Militante n.º 83378
15. Maria Custodia Lourenço Santos Militante n.º 89326
16. José António Alegrias Borrego Militante n.º 71726
17. Maria Noémia Almeida Alexandre Militante n.º 34379
18. Carlos Alberto Isidoro Luís Militante n.º 10024
19. Fátima Maria Fonseca Narciso Militante n.º 31791
20. João Francisco S. Nobre Correia Militante n.º 79743
21. Celestina Mendrica V. Peralta Militante n.º 53068
22. Mário José Bento Marques Militante n.º 86787
23. Ivone Lameira Fonseca Narciso Militante n.º 89323
24. João Carvalho Luz Militante n.º 103758
25. Maria Fátima S. S. S. Ribeiro Militante n.º 89327
sexta-feira, março 21, 2008
Uma luz ao fundo do túnel
segunda-feira, março 17, 2008
Parabéns Armazém das Artes
O Conselho de Administração do Armazém das Artes Fundação Cultural, tem a alegria de anunciar a comemoração do 1º aniversário da abertura da "Porta das Artes" e dos 50 anos de actividade do Escultor José Aurélio.
sábado, fevereiro 09, 2008
Platão já dizia:
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
uma carta a ler
Região de Leiria
A notícia publicada na edição de 8 de Fevereiro de 2008 intitulada "Reinvindicações de Alcobaça retiram TGV a Leiria", assinada por Carlos Almeida, é mais uma boa encomenda política da RAVE, entidade que em todo este processo do TGV já nos habituou a este tipo de comportamento.
Se é verdade que o jornalista apenas transcreve aquilo que é dito pelo administrador da RAVE, não seria despropositado que o mesmo jornalista perguntasse o porquê. "Porque é que Leiria deixa de ter uma paragem de TGV se o traçado não for este?" Era uma pergunta que faria toda a diferença e que tornaria a notícia muito mais séria. Porque é que, neste país, só os autarcas é que têm de explicar tudo, enquanto estes senhores administradores chorudamente pagos pelo Orçamento de Estado não explicam nada?
Pergunto eu. Afinal, o que é que Leiria quer? Não queriam ter uma boa ligação ao Aeroporto? Com o aeroporto em Alcochete e o TGV na Barosa, ter-se-á que passar primeiro por Lisboa para chegar ao aeroporto no TGV. Com uma estação de TGV a nascente de Leiria, a ligação ao Aeroporto passa a ser directa, sem passagem por Lisboa. Sei que existe uma certa obstinação do lobbie marinhense em colocar a estação na Barosa. Mas para esses tenho uma novidade: Os moldes metálicos não andam de TGV!
Não serei eu certamente a dizer aos leirienses o que é melhor para eles, mas uma Estação de TGV a nascente da capital de distrito tem imensas vantagens:
- aproxima o TGV de Fátima, maior destino turístico da região;
- coloca o TGV numa área mais central, onde, num círculo concêntico, abarca muito mais população;
- situa a Estação na confluência da A1 com a A8, vias de superior importância na Região;
Há um argumento também, por vezes, usado, que merece a minha gargalhada de desprezo: "o TGV na Barosa vai permitir a modernização da Linha do Oeste". Ora, por favor, sejamos razoáveis. Então, agora a modernização da Linha do Oeste não avança por falta de meios financeiros e vai avançar quando o país tiver esbanjado avultados meios financeiros na construção do TGV? Não há pachorra para tanta imbecilidade!
Lamento que, com este tipo de notícia só se consiga atirar Leiria contra Alcobaça. Nada nos move contra a capital de distrito. Só estamos a defender os nossos interesses.
Cumprimentos
Eduardo Nogueira
TGV: Comboio que rasga passagem é "vizinho indesejado" para moradores de Pombal e Alcobaça
6 de Fevereiro de 2008, 14:54
** Paulo Jorge Agostinho (texto) e Paulo Novais (fotos), Agência Lusa **
Leiria, 06 Fev (Lusa) - A futura linha do TGV entre Alenquer e Pombal é vista como uma "intrusa" e uma "vizinha indesejada" para quem passará a ter o comboio à porta das suas casas.
Em Pombal, uma capela, uma escola, uma exploração de caulino e várias casas estão em risco. Tudo depende da linha do mapa aprovado a traçar no terreno pelos engenheiros, a qual pode afectar até o cemitério de Almagreira.
O receio é do presidente da Junta de Freguesia de Almagreira, Fernando Matias, que, hoje, à Agência Lusa, admitiu que as movimentações de terra a fazer junto à linha irão afectar todos aqueles equipamentos.
"Nem os mortos escapam". O desabafo é de Celeste Cordeiro, moradora em Assanha da Paz, que poderá ver a linha ferroviária de alta velocidade nas traseiras da sua casa, nos campos onde agora tem uma pequena horta.
A linha de alta velocidade não pode ter inclinações superiores a dois graus e qualquer curva tem pelo menos cinco quilómetros de extensão, pelo que a margem de tolerância é mínima e os moradores já começam a saber disso, seja pelas Juntas de Freguesia, seja pela consulta do processo de avaliação de impacto ambiental.
"Dizem que aqui vai haver um aterro grande que rebenta com estas casas", disse à Agência Lusa Fátima Gomes, moradora em Barros da Paz, um pouco a norte da Assanha, e que vê com apreensão a possibilidade de perder a habitação onde vive.
"Os engenheiros já vieram aqui fazer medições, mas nunca nos disseram nada. Anda uma pessoa a gastar uma vida a fazer uma casa e agora, por causa de uns tipos de Lisboa, ficamos sem nada", afirmou Fátima Gomes, prometendo sair da vista da alta velocidade.
"Se o comboio passar aqui, vou para longe... Não quero saber mais nada disto", assegurou, olhando desanimada para a sua casa, construída há poucos anos de onde quase dá para ver o mar.
Para que a linha seja construída, serão feitas muitas movimentações de terras e várias obras de engenharia, um esforço que o presidente da Junta da Almagreira, Fernando Matias, considera ser "exagerado" para o retorno do novo meio de transporte.
Mais a sul, em Alcobaça, estão contabilizadas duas dezenas de casas que serão destruídas para que se poupe no tempo gasto de comboio entre as duas maiores cidades do país.
"Mas eu até nem costumo ir a Lisboa ou ao Porto, para que é que eu quero um TGV à porta?", perguntou Ângelo Alexandre, morador na Moita do Poço (freguesia de Turquel) que verá o comboio levar-lhe a oficina de automóveis, mas deixando-lhe a casa onde vive.
"Sé é para tirarem, ao menos que levem tudo para eu também tirar daqui a ideia", defendeu este ex-imigrante em França em declarações à Agência Lusa, contestando a proposta de uma linha ferroviária de alta velocidade para aquela zona.
"Se a querem construir, façam-na ao pé da auto-estrada, não aqui", acrescentou.
Adelino Dinis não vai perder uma casa, mas sim três: aquela onde vive, a que era dos pais e uma que era de um tio.
"É preciso pontaria". Entre um sorriso conformado e palavras de revolta, Adelino Dinis disse que vai ficar melhor do que os vizinhos, que conhece desde garoto. "Antes sair daqui do que ter esta coisa aqui ao lado e ter de viver com ela".
Quem também não está contente com o TGV é João Felizardo, que adquiriu há poucos anos uma casa antiga e restaurou-a com "todo o carinho e mimo".
"Tenho apartamento na Benedita mas decidi comprar isto para ir fazendo e restaurando a meu gosto. Mas agora já não sei o que fazer", lamentou este empresário de 53 anos.
Só no portão centenário, João Felizardo gastou "milhares de euros", a que se somam as pedras de lagares compradas em aldeias e toda uma panóplia de alfaias tradicionais que transformaram a casa térrea num pequeno museu à herança cultural local. "Eu escolhi isto pelo sossego e agora vou ter um TGV à porta. Quem é que queria uma coisa destas?".
Uns metros em direcção a Lisboa, já na freguesia vizinha da Benedita, os ânimos estão também ao rubro e os moradores prometem lutar com todas as armas contra uma linha indesejada, até porque obedece a critérios ambientais incompreensíveis para muitos.
"Eles fazem o desvio dos morcegos em Rio Maior, mas vão destruir a Ribeira do Mogo na Chiqueda, que é uma coisa única", alertou Joaquim Sousa, morador na Charneca do Casal do Guerra, que vai ter a linha junto ao limite da sua casa.
"Isto não faz sentido e eu ainda espero que alguém ponha a mão na consciência, porque podiam desviar a linha mil metros para o sopé da serra que não atingia ninguém", aconselhou.
Já a sua irmã, Maria de Sousa, vê o futuro mais negro e verá a sua casa destruída pelos comboios que vão unir Portugal a Espanha e ao resto da Europa.
Curioso é o facto do moinho que Maria Sousa restaurou ser uma das peças a preservar pelos técnicos da Rede de Alta Velocidade (RAVE), que definiram o corredor, enquanto a casa onde vive será destruída.
"Nunca ninguém me deu dinheiro para arranjar o moinho. E agora é ele que fica e eu é que tenho que me ir embora", afirmou, desiludida.
Perante a posição, aparentemente irredutível, dos técnicos, o seu sobrinho, Luís Sousa, dá uma receita que, acredita, até pode dar resultado: "Vamos todos de comprar moinhos velhos e encostá-los às nossas casas. Pode ser que, assim, elas se salvem".
Lusa/Fim
Nova ponte sobre o Tejo CDS-PP e PSD lamentam que estudo pedido por Mário Lino ao LNEC não englobe o TGV
Também o PSD lamenta que estudo pedido ao LNEC não englobe o TGV.
"Seria bom que fosse feito um estudo mais aprofundado relativamente à opção do TGV", disse à agência Lusa o deputado Belo Baptista, considerando que ao mandatar o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para avaliar qual a melhor solução para a nova ponte sobre o Rio Tejo, o ministro Mário Lino "desautorizou" o primeiro-ministro.
Belo Baptista lembrou que quando anunciou a mudança da localização do futuro aeroporto internacional de Lisboa para Alcochete, o primeiro-ministro afirmou que a opção Chelas-Barreiro se mantinha para a terceira travessia do Tejo, apesar de o estudo da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) apontar como opção a ligação Beato-Montijo.
"O que vemos agora é o primeiro-ministro a ser desautorizado pelo despacho do ministro e uma decisão que era uma certeza transformada numa grande dúvida. Afinal o estudo (sobre a localização do aeroporto) tinha pés de barro", sublinhou.
O deputado do CDS-PP sustenta que uma obra desta importância para o País merece um tratamento diferente, com todos os estudos em cima da mesa, acusando o Governo de "anunciar à pressa" sem preparar bem o trabalho de casa.
PSD lamenta que estudo pedido ao LNEC não englobe o TGV
O deputado do PSD, Jorge Costa, lamenta que a avaliação relativa à nova ponte sobre o Tejo, pedida pelo ministro Mário Lino ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil, não inclua as opções de entrada em Lisboa do comboio de alta velocidade.
"Pena é que o estudo comparado não envolva a análise das duas alternativas (pela margem sul ou norte) sobre a mesa de chegada a Lisboa do comboio de alta velocidade (TGV)", disse Jorge Costa à Agência Lusa.
O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, mandatou o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para avaliar qual a melhor solução para a nova ponte sobre o rio Tejo e se esta deve ser só ferroviária ou também rodoviária.
Publicação: 08-02-2008 07:59
sábado, fevereiro 02, 2008
ora vejam só......


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quinta-feira, janeiro 31, 2008
decifrando a linguagem de um sapo
Significado: Manifestação efusiva de alegria.
Origem: Na Marinha, em dias de gala ou simplesmente festivos, os navios embandeiram em arco, isto é, içam pelas adriças ou cabos (vergueiros) de embandeiramento galhardetes, bandeiras e cometas quase até ao topo dos mastros, indo um dos seus extremos para a proa e outro para a popa. Assim são assinalados esses dias de regozijo ou se saúdam outros barcos que se manifestam da mesma forma.
Encanar a perna à rã
Segundo alguns entendidos na arte de bem falar português a expressão popular «encanar a perna à rã» significa não fazer nada; atrasar; não resolver; demorar; empatar.
Ou seja, «não dar andamento, fingir que se trabalha, mandriar».
terça-feira, janeiro 29, 2008
PETIÇÃO
PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA
REPÚBLICA
os cidadãos Portugueses, abaixo assinados, sendo o primeiro subscritor Paulo Jorge Marques inácio, casado, residente na Rua das sobreiras nº 2 _Casal Jorge Dias, freguesia da Cela, Concelho de Alcobaça, titular do B.I. 8056107 de 19/07/2004 do Arquivo de Lisboa, vem nos termos do disposto no artº 52 da CRP e da Lei nº 43/90, publicada no Diário da República I Série nº 184 de 10 de Agosto de 1990 com as alterações introduzidas pelas Leis nºs 6/93, 15/2003 e 45/2007, publicadas respectivamente nos Diários da República I Série A nº 50 de 1 de Março de 1993, nº 129 de 4 de Junho de 2003 e nº 163 de 24 de Agosto de 2007, apresentar à ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA a seguinte:
Petição Colectiva - TGV (LISBOA-PORTO???)- A Oeste da Serra dos Candeeiros, NÃO!
A luta contra a passagem do Tgv e os enormes prejuizos sociais, patrimoniais, históricos e ambientais é de todos nós e até dos concelhos vizinhos.
Amigos de Alcobaça:
Não fiquem de braços cruzados! A voz do povo tem muita força, quando unido por causas justas e quando devidamente fundamentados os argumentos dessa luta.
esqueçam bandeiras politicas - a luta é de todos e, TODOS JUNTOS VAMOS MOSTRAR O NOSSO NÃO AO TERRAMOTO TGV!
segunda-feira, janeiro 28, 2008
APELO DOS ATAC
se tem nas suas propriedades ou tem conhecimento de algum (s) algar (es), cavidades no solo, poços medievais ou algo estranho, situados em todas as aldeias das Juntas de Freguesia de: Alpedriz, Benedita , Cós, Évora, Pataias, Prazeres de Aljubarrota, Turquel ,S. Vicente de Aljubarrota ( freguesias atingidas pelo TGV) ou ainda no restante concelho de Alcobaça, agradecemos que nos informe para o seguinte endereço ou ainda que contacte o seu Presidente de Junta e o faça contactar-nos.
Esta informação destina-se a fazer um Inventário para Registo em GPS das suas localizações, sobre os solos deste concelho. Iremos também usufruir deste Estudo para mostramos ao nosso país a INSTABILIDADE dos nossos solos para a passagem do TGV.
Obrigado,
Contactos - nossosoloambientealcobaca@iol.pt
A.T.A.C. (Amigos da Terra por Amor á Camisola)
