sexta-feira, dezembro 08, 2006
mosteiro de alcobaça entre os 21 mais belos
Como uma das 7 Maravilhas de PortugalTal como mencionado no post anterior, o Mosteiro de Alcobaça é um dos candidatos disponíveis para votação na eleição das 7 maravilhas nacionais.Num desafio proposto por um alcobacense, Henrique Bértolo, poderíamos mobilizar toda a comunidade Alcobacense que vê o nosso mosteiro como um justo eleito, e contribuír para a votação que está a decorrer. Os resultados serão apresentados no dia 07/07/2007.Vamos lá participar e elevar o nome do nosso concelho!A votação pode ser feita aqui: http://www.7maravilhas.pt/index.html
"Sete Maravilhas de Portugal"
Pena, Jerónimos e Fortaleza de Sagres entre candidatosO Palácio Nacional da Pena, em Sintra, o mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, e a Fortaleza de Sagres são três dos 21 monumentos nacionais candidatos às "Sete Maravilhas de Portugal", cuja lista foi divulgada hoje.A lista foi divulgada no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, numa cerimónia que contou com a presença da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, que foi a primeira a votar na eleição das "Novas Sete Maravilhas do Mundo", que arrancou em paralelo com a votação dos monumentos nacionais. O castelos de Almourol, Guimarães, Marvão e Óbidos, o Convento de Cristo, o Convento e Basílica de Mafra, as Fortificações de Monsaraz, a Igreja de São Francisco, a Igreja e Torre dos Clérigos e os Mosteiros da Batalha e de Alcobaça são outros monumentos em que os portugueses podem votar a partir de hoje. Na lista marcam também presença o Paço Ducal de Vila Viçosa, os Paços da Universidade, o Palácio de Mateus, o Palácio Nacional de Queluz, as Ruínas de Conímbriga, o Templo Romano de Évora e a Torre de São Vicente de Belém. Com apoio do Ministério da Cultura, duas empresas portuguesas decidiram lançar uma votação nacional para envolver e motivar os portugueses a participar na votação global. Cada pessoa pode votar sete vezes em sete candidatos diferentes para eleger as sete maravilhas arquitectónicas, arqueológicas ou religiosas existentes em Portugal. A pré-selecção dos monumentos funcionou de forma semelhante para ambas as votações. De um universo de 793 candidatos, uma equipa de sete especialistas na área do património escolheu um leque de 77 monumentos nacionais. Um conselho mais alargado, constituído por arquitectos, historiadores, cientistas, arqueólogos, professores e figuras ligadas às artes e à política, reduziu para 21 os monumentos candidatos às Sete Maravilhas de Portugal. A votação é semelhante para as duas iniciativas, gratuitamente nos sites www.7maravilhas.pt (nacional) ou em www.new7wonders.com (internacional) ou, por dois dólares (cerca de 1,5 euros), via telefone ou SMS.In SIC Online
// inserido por Alcobacense @ 11:35 AM em http://terradepaixao.blogspot.com
perdemos uma padeira
Foi no dia 13 de Novembro que Aljubarrota em geral, e o “Artesanato de Aljubarrota”, em particular, perderam uma Padeira.
Grande Mulher em todas as horas (boas e más), sempre encarou a vida como um desafio a ultrapassar, com um sorriso no rosto e uma grande força.
Mas Deus, na sua Divina Sabedoria escolhe as boas almas para lhe fazerem companhia e, a “nossa” Cristina era uma boa alma.
Sentimos a sua falta e, cada gesto dela é recordado, pelas amigas, como que, sentindo que ela nos está a acompanhar.
Enfrentou o sofrimento com grande dignidade, estando sempre mais preocupada com os outros do que com a triste sorte que lhe fora reservada.
Deixo, aqui, a imagem com que, estou certa, ela gostaria de ser recordada por todos nós – a da grande força da Padeira de Aljubarrota (que ela demonstrou ter)- é a padeira do lado direito na foto.
Não nos despedimos dela porque, para nós, ela está sempre presente, deixamos-lhe apenas um “até um dia”!
Falta de visão (ou talvez não!...)
Decerto, porque alguém se esqueceu de dar o contacto de uma das melhores 8e até premiadas) pastelarias do nosso concelho, a Padeirinha não estava representada.
Confesso que tive de dar 3 voltas ás salas para acreditar nisto. Mas é verdade! Nem sequer foram convidados.
Só são bons em Caldas da Rainha (por exemplo) mas não o bastante para estarem entre as melhores em Alcobaça?
Talvez para a próxima, mas aproveito para dar uma ajuda – esta pastelaria fica situada em Aljubarrota, mesmo em frente ao campo da bola, na nacional 8 (entre Leiria e Alcobaça).
Espero ter contribuído para poupar tempo a quem, da parte da câmara, se esqueceu de dar esta indicação aos promotores do evento.
quarta-feira, dezembro 06, 2006
3 dez. Dia da pessoa deficiente. Barreiras Arquitectónica. 9 anos com muito pouca acção
O nosso edifício dos Paços do Concelho está bonito mas falta-lhe o elevador que esteve esboçado em 1999. Não podemos continuar a aceitar, por exemplo, que as pessoas deficientes ou pessoas idosas tenham que subir escadas para atingir o gabinete de Acção Social ou para irem à secção de taxas ou para tratarem doutro assunto qualquer. A Câmara dá um mau exemplo ao não encontrar soluções que estão estudadas e que vençam as chamadas barreiras arquitectónicas.
Inaugurámos, há 2 anos, a Adães Bermudes, com projecto do Arquitecto Manuel Ferro, que até está a concorrer a concurso nacional... Estou lá vários dias da semana, para verificar como não resolvemos o problema da mobilidade dos espaços. A entrada é feita por escadas e é impossível vencê-las sem haver um espectáculo indecoroso para quem tem que se movimentar em cadeira de rodas. Lembrei-me dos discursos políticos e dos respectivos compromissos do ano de 2004, que foi designado por “ano europeu da pessoa deficiente”. Lembrei-me duma declaração emotiva do referido Arquitecto, então, Chefe de Divisão de Obras particulares e agora, com mais responsabilidades - Director de departamento. A solução de entrada pelo portão não está em actividade. A entrada é feita, apenas, por escadas para quem quer ler ou utilizar os computadores, ir à CPCJ ou à rede social. O auditório tem escadaria…
Em 20 de Agosto de 2005 inauguraram a obra da zona envolvente ao Mosteiro. Quantas vezes alertei para esta temática desde que o 1º projecto foi apresentado em câmara?
Voltei aos meus escritos e recordei que, no dia 17.10.2003, aparece finalmente, a câmara a organizar algo inserido no dito ano europeu. No colóquio, o Dr. Gonçalves Sapinho participou, apenas, na sessão de abertura, fez autocrítica e voltou a comprometer-se: para o ano de 2004. Assegurou que se iam dar passos significativos.
Destaquei, então, do interessante colóquio:
1. A pessoa deficiente está consciente que não está só nesta luta
contra as barreiras arquitectónicas. Perceberam que têm os idosos (que felizmente vivem mais tempo), os doentes com problemas específicos e até pessoas saudáveis que temporariamente vivem estas dificuldades.
2. A autocrítica do Arq. Manuel Ferro que reconheceu publicamente
que não estava sensibilizado para esta frente. O antes do convite e pós convite com toda a investigação que fez para produzir o texto que leu.
3. A lentidão no despacho da Comissão de trânsito a um ofício do
CEERIA para criar um lugar de estacionamento para deficientes junto da Biblioteca.
4. As imagens da viagem de um alcobacense deficiente às praias, às
piscinas, passeios e edifícios públicos do nosso concelho...
Recordo porque é preciso ter memória e para acrescentar à lista da falta de eficácia da Câmara liderada pelo Dr. Gonçalves Sapinho... Aprovada, por unanimidade, uma proposta da CDU na reunião do dia 30.11.1998. Vou transcrevê-la:
Na próxima 5ª fª, dia 3 Dez., assinala-se o Dia Internacional dos Deficientes. Os seus problemas estarão na ordem do dia. Também pode ler-se o art. 15º da Declaração Europeia do Direito à Cidade (que anexei em recado na mesma reunião de 1998...)
A solidariedade do poder local para com quem está com incapacidades deve estar sempre na ordem do dia.
Proponho que a câmara delibere, hoje, que os respectivos serviços sejam mobilizados para:
- rampearem alguns lancis junto às passadeiras;
- que este trabalho seja metodicamente preparado, de forma a que, até final
de Março de 1999, todos os lancis do concelho, junto a passadeiras, estejam com uma parte rampeada;
- a reflexão e elaboração de propostas concretas, de forma a sensibilizar os
Projectistas particulares e da câmara a não esquecerem o objectivo do anular sistemático das barreiras arquitectónicas, que excluem alguns cidadãos do fraterno convívio em quase todos os lugares públicos.
O Presidente Sapinho ou o vereador das obras municipais deveria fazer um passeio com uma pessoa sua amiga, que tenha de circular com uma cadeira de rodas, quer nas envolventes do Mosteiro ou do cine-teatro quer no acesso a este edifico dos Paços do concelho ou da ex-escola Adães Bermudes. A lei 123/97 foi alterada recentemente. Mantém os princípios essenciais que devemos acelerar o seu cumprimento. Muito está para fazer, nomeadamente para os edifícios/espaços públicos. Alcobaça não pode continuar a ser um mau exemplo neste campo!
Rogério Raimundo
Vereador da C. M. Alcobaça
DECLARAÇÃO n.º9. mandato 05.09
Entregue na reunião de câmara no dia 4 de Dezembro de 2006
Convento de Cós - um projecto a apoiar!
acho que, para bem do nosso concelho, devem haver mais projectos e iniciativas como esta:
Bazar das Monjas de Coz
R. Prof. Jose dos Santos Teodoro, 24,
2460 – 396 Coz ◦ Alcobaca ◦ Portugal
Tel. & Fax 262 544 227
bazardasmonjas@gmail.com
www.bazardasmonjas.blogspot.com
Aproveitamento Local do Potencial Turístico do
Convento de Santa Maria de Coz
1. Introdução
Embora sejam conhecidas as condições actuais de degradação da
envolvente do Convento de Santa Maria de Coz, incluindo o que resta dos
dois pisos do dormitório das religiosas, cuja requalificação ansiosamente se
aguarda, o facto é que o edifício correspondente à igreja, sacristia e coro
das monjas constitui, para além do seu valor histórico, um conjunto de rara
beleza e valor patrimonial. Os vários trabalhos de restauro e conservação
levados a efeito pelos sucessivos governos da república, e o zelo da
comunidade católica local no cuidado de tão valioso monumento nacional,
têm permitido valorizar e manter este património, sendo de realçar os
excelentes trabalhos de restauro do cadeiral do coro, bem como do tecto da
nave central do templo.
Actualmente este magnífico conjunto patrimonial encontra-se encerrado ao
público durante a maior parte do ano. As raras visitas ao local acontecem
casuisticamente, em regra fruto da boa vontade da paróquia local, e sem
qualquer acompanhamento qualificado. O Convento não tem horário de
abertura ou de encerramento, e a única certeza que existe em matéria de
horário de funcionamento tem a ver com o calendário das cerimónias
religiosas, designadamente as missas nas manhãs de Domingo.
Durante os dois meses de Verão tem acontecido haver alguém destacado
através do Centro de Emprego de Alcobaça que presta serviços de apoio
aos visitantes, em geral sem um horário bem definido ou apenas, como
sucedeu no ano corrente, apenas da parte da tarde.
A situação descrita afigura-se de todo inaceitável, impeditiva do
desenvolvimento do sector do turismo e nefasta para a economia local e
nacional.
2. O projecto do Bazar das Monjas de Coz
O projecto do Bazar das Monjas de Coz
(www.bazardasmonjas.blogspot.com), da autoria dos arquitectos Maria
José Freire e António Correia de Oliveira, do atelier ArQuia - Arquitectura,
Design e Urbanismo, Lda., da Batalha, teve como principal objectivo o
aproveitamento das potencialidades turísticas oferecidas pelo património
monumental existente na freguesia de Coz, e muito particularmente pelo
Convento de Santa Maria, a segunda peça monumental, pela sua
importância histórica e arquitectónica, existente no Concelho de Alcobaça.
Foram determinantes para a concepção do espaço dois aspectos, ambos
condicionantes da sua viabilidade económica: por um lado a necessária
multifuncionalidade e por outro a sua dependência da procura turística
gerada pelo Convento de Santa Maria de Coz. O projecto não visou desta
forma competir no mercado local da cafetaria e estabelecimentos de
bebidas, nem no da pequena mercearia, embora contemplasse uma loja de
conveniência e um serviço de cafetaria/bar, basicamente destinados a
prover ao primeiro daqueles aspectos condicionantes.
3. O Que nos Propomos Realizar na Perspectiva do
Aproveitamento do Potencial Turístico do Convento
As actividades que nos propomos realizar e que estiveram na base da
concepção do projecto do Bazar das Monjas consistem basicamente em:
3.1. Elaboração de materiais de divulgação sobre o
Convento de Santa Maria de Coz e sobre a vida das
monjas cistercienses, designadamente:
O Convento de Santa Maria de Coz Explicado às Crianças, destinado
ao apoio de visitantes com idades compreendidas entre os 6 e os 14
anos;
Guia do visitante: pequeno guia/itinerário bilingue (Português/Inglês)
para o apoio a visitas guiadas ao Convento
3.2. Apoio à organização de visitas guiadas aos Conventos
de Alcobaça e Coz e promoção de visitas junto de
instituições de ensino superior em Portugal e Espanha
Propomo-nos apoiar a realização de visitas guiadas ao Convento
promovidas pelas entidades interessadas, incluindo as instituições
vocacionadas para o turismo religioso. Da mesma forma, e numa
atitude pró-activa, propomo-nos promover visitas juntos do público
universitário interessado, trazendo ao Convento de Coz tanto aqueles
que desejam aprofundar os seus conhecimentos sobre a vida da ordem
feminina de Cister como os que pretendem ter uma visão integrada da
relação existente com o Convento de Santa Maria de Alcobaça e a
comunidade de frades nele residente.
3.3. Promoção dos produtos relacionados com o artesanato
e a cultura locais
Através da comercialização de produtos típicos de base local e
regional, propomo-nos promover o artesanato e a cultura tradicionais
locais, disponibilizando condições para a venda desses produtos,
designadamente nas instalações já existentes no Bazar das Monjas de
Coz.
4. Externalidades Positivas do Projecto
Em linhas gerais o projecto em que apostámos e em que ainda apostamos
terá para a comunidade e para o Concelho de Alcobaça diversas
externalidades positivas, desde logo através da disponibilidade de recursos
humanos e materiais sem quaisquer encargos para o Estado. Entre outras de
relevo, são de destacar o contributo para a criação local de emprego directo
e indirecto, a prestação de um serviço de qualidade actualmente inexistente
para a comunidade de visitantes e o contributo para o conhecimento e
divulgação do riquíssimo património histórico-cultural do concelho de
Alcobaça.
4.1. O Contributo para a Criação Local de Emprego
O projecto de animação turística com forte ligação à fruição do
património histórico-cultural que nos propusemos e propomos realizar
tem desde logo um impacto social importante. A criação numa primeira
fase de 2 a 4 empregos directos qualificados e o estímulo à criação de
emprego indirecto.
4.2. A Prestação de um Serviço de Qualidade à Comunidade
de Visitantes
Actualmente quem visitar o Convento de Santa Maria de Coz fá-lo-á
sem qualquer acompanhamento qualificado, salvo eventualmente se o
fizer num dos meses de Verão, e abandonará a aldeia de Coz sem
qualquer documento escrito, guia ou lembrança que possa mais tarde
trazer-lhe à memória a visita. Com o projecto do Bazar das Monjas
estamos em condições de poder melhorar este estado de coisas.
4.3. O Contributo para o Conhecimento e Divulgação do
Património Histórico-Cultural do Concelho de Alcobaça
As iniciativas de animação cultural que nos propomos realizar
representam uma mais-valia para o conhecimento e para a divulgação
do património histórico-cultural do concelho de Alcobaça.
5. Do que Necessitamos para Levar por Diante o Nosso
Projecto
A possibilidade de aceder ao Convento para a realização de visitas guiadas,
mediante a posse de uma das suas chaves ou mediante a fixação, pelas
entidades competentes, de um horário fixo de abertura e de encerramento
ao público que cubra a totalidade do ano ou, na pior das hipóteses, os
feriados e fins-de-semana;
A possibilidade de colocarmos uma pequena vitrine, em lugar adequado,
para colocação de lembranças/souvenirs e documentação diversa
relacionada com o Convento de Santa Maria de Coz e com a sua história,
para venda aos visitantes.
Coz, 13 de Novembro de 2006
sábado, novembro 25, 2006
alcobaça e as cheias
da última vez, veio o dr sapinho, com toda a sua sapiência, querer fazer-nos engolir a história de que foi por falta de limpeza (3 dias) das valetas que originou aquela aberração junto ao mosteiro.
quem é que ele quis enganar? e pior, porquê deitar as culpas sobre os funcionários, seus subalternos?
será que ele não consegue "dar a mão à palmatória" e reconhecer que a terra dos jardins fazia falta para ajudar a absorver parte da água das chuvas, que os esgotos são insuficientes e que os responsáveis pelo projecto têm de voltar atrás e resolver a situação?
não ficará mais barato aos cofres da autarquia (e consequentemente, a todos nós) levantar aquilo tudo e colocar jardim, ver o esquema de escoamento de água e tudo o que origina estas cheias?
de cada vez que chove as pessoas que necessitam de ir trabalhar para Caldas vão ter de ir a Évora?quem quer ver as exposições que vão estando patentes no mosteiro tem de passar a usar galochas ou alugar um barco?
Sr presidente mude de lentes - está com uma terrivel falta de visão e, muito em especial, não tente fazer de todos os alcobacenses uns tolos incapazes de pensar!
mas também sou sincera - agora podemos ver quem foram os "tolos que lhe deram tantos votos" - os que apenas pensam em subir na vida, bajulando e não, os que querem ver desenvolvida o bonito e hiatórico concelho de Alcobaça.
domingo, novembro 05, 2006
exposição de cerâmica no mosteiro
cabe-nos divulgá-la entre os nossos nucleos de amigos, de artesãos, de vizinhos, de familia, etc.
Com que cara é que podemos pedir mais se não ajudarmos a divulgar o que temos?
Para a próxima vamos divulgar mais e melhor, pode ser?
sábado, novembro 04, 2006
Mostra de Doces e Licores Conventuais pela 1ª vez no Mosteiro de Alcobaça
Festival Internacional de Chocolate inaugurado a 2 de Novembro
O Festival Internacional de Chocolate realiza-se de 2 a 12 de Novembro, em Óbidos, este ano com uma grande aposta ao nível da cenografia, que tem como tema as origens do cacau. Esta edição conta com uma recriação de um Mercado Tradicional, onde os visitantes poderão adquirir frutas e legumes em chocolate em tamanho real, que terá lugar na GaleriaOgiva. Por sua vez, a Exposição de Esculturas, com o tema “Banda Desenhada e Cinema de Animação”, conta com grandes personagens feitas em chocolate. “Shrek”, as personagens da “Idade do Gelo”, o “Homem Aranha” ou o “Tintin” são algumas das figuras a apreciar. O evento inclui três concursos: o concurso Chocolatier Português do Ano (para profissionais na área da pastelaria), o Concurso de Peças Artísticas ao Vivo e o Concurso Internacional de Receitas de Chocolate, que obrigam à confecção, ao vivo, de iguarias irresistíveis em chocolate.
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Exposição de Júlio Pomar na Batalha
Patente na Galeria Mouzinho de Albuquerque estão 25 peças, entre pintura, gravura e escultura, que reflectem todas as experiências pelas quais o artista passou, seguramente de forma intensa e apaixonada. Esta mostra, vem, assim, confirmar a reconhecida grandeza das obras de Júlio Pomar e o interesse que o público em geral demonstra pela sua
Centro Cultural da Nazaré acolhe exposição
"O Litoral dos Coutos de Alcobaça"
De 4 de Novembro a 3 de Dezembro
Centro Cultural da Nazaré (Edif. Antiga Lota)
Av. Manuel Remígio, Nazaré
Horário de funcionamento: 2ª a 6ª feira: 09.30h-13.00h/14.00h-19.00h; Fim-de-semana e feriados: 15.00h-19.00h
domingo, outubro 29, 2006
fonte dos montes- mais uma destruição!
segunda-feira, setembro 18, 2006
Nova rede nacional de urgências
Norte
Vila Real (SUP)
Braga (SUP)
Porto - Hospital de S. João (SUP)
Porto - Hospital de Sto. António (SUP)
Viana do Castelo (SUMC)
Bragança (SUMC)
Chaves (SUMC)
Mirandela (SUMC)
Guimarães (SUMC)
Famalicão (SUMC)
Vale do Sousa (SUMC)
Matosinhos (SUMC)
Gaia (SUMC)
Barcelos (SUB)
Valongo (SUB)
Póvoa do Varzim (SUB)
Amarante (SUB)
Valença do Minho (SUB)
Ponte de Lima (SUB)
Montalegre (SUB)
Mogadouro (SUB)
Centro
Coimbra - Hospital Universitário (SUP)
Coimbra - Centro Hospitalar (SUP)
Viseu (SUP)
Aveiro (SUMC)
Santa Maria da Feira (SUMC)
Figueira da Foz (SUMC)
Leiria (SUMC)
Caldas da Raínha (SUMC)
Guarda (SUMC)
Castelo Branco (SUMC)
Covilhã (SUMC)
Águeda (SUB)
Arouca (SUB)
Oliveira de Azemeis (SUB)
Arganil (SUB)
Alcobaça (SUB)
Peniche (SUB)
Pombal (SUB)
Lamego (SUB)
Moimenta da Beira (SUB)
Tondela (SUB)
S. Pedro do Sul (SUB)
Seia (SUB)
Foz Coa (SUB)
Sertã (SUB)
Idanha-a-Nova (SUB)
Lisboa e Vale do Tejo
Lisboa - Hospital Sta. Maria (SUP)
Lisboa - Hospital S. José (SUP)
Lisboa - Hospital S. Francisco Xavier (SUP)
Almada (SUP)
Amadora/Sintra (SUMC)
Abrantes (SUMC)
Santarém (SUMC)
Vila Franca de Xira (SUMC)
Barreiro (SUMC)
Setúbal (SUMC)
Sines (SUMC)
Cascais (SUMC)
Torres Vedras (SUB)
Tomar (SUB)
Torres Novas (SUB)
Coruche (SUB)
Alcácer do Sal (SUB)
Sintra (SUB)
Odivelas/Loures (SUB)
Alentejo
Évora (SUP)
Portalegre (SUMC)
Beja (SUMC)
Estremoz (SUB)
Vendas Novas (SUB)
Ponte de Sôr (SUB)
Castro Verde (SUB)
Moura (SUB)
Odemira (SUB)
Serpa (SUB)
Elvas (SUB)
Algarve
Faro (SUP)
Portimão (SUMC)
Albufeira (SUB)
Loulé (SUB)
Vila Real de Santo António (SUB)
Lagos (SUB)
in: www.sol.pt