terça-feira, abril 22, 2008

pensamento do dia

NEM TODO O SAPO VIRA PRINCIPE
MAS...
A MAIOR PARTE DOS PRINCIPES QUE CONHECEMOS,
UM DIA... VIRAM SAPOS!

POR FAVOR.....

RACIOCINE!

Alcobaça - de parabéns!

Uma equipa da Escola Frei Estevão Martins de Alcobaça venceu a fase regional e foi apurada para a final nacional das Olimpíadas da Química Júnior 2008.
A semi-final foi organizada pelo Dep. de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
As provas decorreram no Sábado, 19 de Abril. Participaram 170 alunos de escolas dos distritos de Leiria, Coimbra e Viseu, formando 57 equipas.
A final nacional está a cargo da Universidade do Porto e será no dia 10 de Maio.

1º Lugar ­ Escola Básica 2,3 Frei Estêvão Martins de Alcobaça, com a equipa composta por: Bernardo Pascoal Figueiredo,
Catarina Mendes Correia,
João Miguel Pimenta Pereira
Prof. acompanhante: Desidério Carreira Pires

veja mais em: https://woc.uc.pt/quimica/event/dataNews.do?elementId=148

domingo, abril 20, 2008

Alcobacenses acordem!

às vezes tenho a sensação que a população do nosso concelho está adormecida, apática e sem capacidade de reacção.
De dia para dia, eu vou vendo empresas a fecharem, famílias inteiras no desemprego (muito em especial em idades em que são demasiado velhos para encontrar uma nova solução de emprego e demasiado velhos para serem reformados), jovens que vão estudar para os concelhos limitrofes e lá acabam por fixar residência - no fundo - a decadência do concelho!
incomoda-me, muito em especial, que se gaste imenso dinheiro em festas popularuchas com vista a desviar as atenções dos reais problemas do nosso concelho.
Cada vez vemos mais casas à venda e gentes a tentar fazer vida fora de cá.
já pensaram que isto tem de mudar? Que tem de aparecer alguém com ideias para vender fora o concelho o que temos de melhor?
Já se imaginaram, daqui a 10 anos, com os olhos cansados, as mãos cheias de calos de tanto trabalho e uma mão cheia de nada?
Com os filhos e os netos a viverem longe de vós, por falta de oportunidades na sua terra e com a amarga visão de uma terra carregada de terceira idade e com escassas crianças, a brincar nas ruas?
Bem, sempre nos vai restar o imponente mosteiro para contar a história desta terra outrora próspera.
Vá lá alcobacenses - REAJAM!

Exposição de aguarelas e desenhos em Coz


Mais uma vez, o Bazar das Monjas de Coz nos brinda com uma exposição.

Desta vez, cabe a António Fernandes expôe os seus desenhos e aguarelas.

O tema da exposição é "Um olhar sobre Coz".

as obras podem apreciadas neste bazar R. Prof José dos Santos Teodoro nº 24) entre 10 de Maio e 10 de Junho, de terça a domingo, entre as 14h e as 23h.

A entrada é livre e pretende-se divulgar não só estas obras de António Fernandes mas também a propria freguesia e as muitas potencialidades turisticas ainda tão mal aproveitadas.

Vamos todos ver esta exposição. ok?

quarta-feira, abril 16, 2008

Vamos lutar pelo futuro de Aljubarrota?

Aljubarrota é uma das vilas mais antigas de Portugal. Considerado um ponto estratégico, na batalha que lhe deu o nome, aliado à lenda da Padeira, tornaram Aljubarrota um dos locais mais conhecidos da nossa história.

Mas Aljubarrota não vive do seu nome glorioso. Aljubarrota precisa de agitação a nível cultural e turístico.

Precisa de gente com visão e com garra que lutem por ela, precisa de fixar e/ou atrair jovens, novas ideias, reestruturar mentalidades. Precisa de olhar o presente tentando alcançar um futuro mais promissor.

O turismo será, de certo, o caminho, não só das nossas freguesias, mas de todo o concelho.

Talvez as freguesias de Aljubarrota não representem muitos votos mas apenas porque ninguém apostou nelas, de verdade. Aliado à história, temos o facto de ser um ponto de passagem dos peregrinos para Fátima e o que se tem feito para aproveitar este factor? Nada!

Agora, nem temos um local onde se vendam recordações da terra, não temos um posto de turismo e, até temos de recorrer a pessoas de fora para divulgar a nossa terra às imensas excursões que por cá passam.

Ah, como eu gostava de ver isto mudar!...

terça-feira, abril 08, 2008

as coisas que eu encontro em comentários de blogs...

(...)Gostei especialmente da pose do Padre e do desiludido da política que se entrega a Deus.
Deve ser igual áqueles que dizem "cobras e lagartos" dos políticos mas, no final de contas, sorrateiramente, "vendem a alma ao diabo" por um lugarzinho pequenino...Deformações ou inversões?!...(...)
Maria Faia
05 Abril, 2008
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Gostei de conhecer este espaço. postagens interessantes, como interessantes são alguns dos comentários neles deixados.
Por exemplo o comentário da Maria Faia.
Está algo baralhada, não está?
olhe que mais de 2/3 da população portuguesa critica os políticos portugueses, talvez porque eles olham primeiro para os benefícios que podem retirar das suas candidaturas quando deveriam estar preocupados com as medidas a tomar para fazer Portugal prosperar.
Mas numa coisa tem razão: há quem, na politica, venda a alma ao diabo e isso tem tido visibilidade na comunicação social.
quanto ao lugares pequeninos, já não concordo.
Normalmente nesses lugares estão pessoas com ideias e que nada fizeram de "estranho" para lá estarem, ou seja, em lugares pequenos, normalmente estão grandes Homens ou Grandes Mulheres, que não se movem por qualquer ambição pessoal (senão, não aceitariam estar lá, não acha?).
Bem, mas esta é só a minha humilde opinião, a Maria deve conhecer melhor esses meandros do que eu!

Lúcia Duarte
08 Abril, 2008


comentários retirados do blog Sino da Aldeia

de quem estará esta mulher a falar?

(...)Infelizmente, os valores da cidadania e do serviço públicos têm vindo a ser espoliados e vergonhosamente trocados pelos valores individuais de pessoas que não têm escrúpulos, não sabem olhar senão para os seus umbigos e, ainda por cima, se fazem de surdos e iluminados...Contra esta gente temos que lutar todos, com a força da nossa palavra e com a verdade dos factos que vamos conhecendo.(...)
Maria Faia 2007

de quem estará este homem a falar?

(...)As pessoas quando estão em determinados cargos, não podem ser vigaristas nem mentirosos!.
Todos tomámos as medidas certas em lugar e horas próprias!”…
E o que se fala na imprensa pode servir para escrever uma farsa e nunca uma obra literária de qualidade! As coisas entram-me por um ouvido e saem-me pelo outro!”(...)
dr sapinho 2007

segunda-feira, abril 07, 2008

reflexão

Há momentos na vida em que devemos parar e escutar à nossa volta.
Por vezes, estamos pouco atentos ao mundo que nos rodeia e não nos apercebemos de gente sem escrúpulos que nos vai tentando manipular.
A ânsia de poder, a necessidade de "serem alguém" vai levando algumas pessoas "super perfeitas" a agir de modos menos claros contra aqueles que estão na vida com boa-fé.
è triste mas não deixa de ser o mundo em que vivemos!
Começam a perder-se valores morais tão importantes como a amizade, a solidariedade e a fraternidade.
Alguns, por vezes, utilizam essas palavras como chavões que, depois na prática, vão contrariando pelas acções que praticam.
mentem, pisam, ofendem e usam malabarismos, não para viver, mas para sobreviver.
São tão perfeitos que não cabem neste nosso mundo de seres imperfeitos!
Mas vão vivendo...e, depois de tanto mentir, manipular e denegrir a imagem dos seres "seus irmãos", ainda se sentem traidos, apenas pelo facto de esses seres usarem do direito ao livre pensamento.
Tristes dos que não têm projectos próprios e não conseguem "engolir" os que os têm.
Mas, na vida, temos de aprender a viver com esta gente fraca de espírito, de preferência, deixando-a ir à frente para não nos apunhalarem pelas costas.
Vale a pena lutar contra este tipo de gente? Não! Há que os deixar seguir o caminho que traçaram para si. Só assim é que dão oportunidade aos outros de os conhecerem e, um dia, até eles, ao cairem, vão aprender a crescer.
Para mim, esta gente sem qualquer valor moral serve para me mostrar que os outros (os imperfeitos) podem, de facto, construir um mundo melhor.
Viva a imperfeição do ser humano!

quinta-feira, abril 03, 2008

È DE LOUVAR – 34 ANOS A SERVIR ALCOBAÇA!


Fez, precisamente no dia 1 de Abril, 34 anos (1974) que o conhecido Dr Pedrosa veio para Alcobaça.
Um homem de valor que serviu o nosso concelho como poucos o fizeram.
O seu carácter humilde e humano, o profissionalismo e o amor e dedicação às causas da nossa terra tornam-no um homem respeitado e amado por todos.
Em 1977 torna-se sócio fundador (sócio nº 1) do Clube de Natação de Alcobaça.
Pertenceu aos quadros do Hospital da Misericórdia que vem, mais tarde a ser estatizado.
Entre 81 e 86 foi presidente da comissão instaladora do Hospital de Alcobaça. Nessa altura, recorde-se, Alcobaça via nascer os seus filhos na Nazaré e é este homem que, em apenas 6 meses, fruto de muito trabalho e persistência, consegue abrir uma maternidade no nosso hospital, para que todos os filhos de Alcobaça pudessem nascer na sua verdadeira terra.
Mas a actividade do Dr Pedrosa não fica por aqui – é conhecido o seu lado humanitário e a ajuda que dava aos mais necessitados no campo da saúde.
È entre 82 e 85 que exerce as funções de vereador na Câmara Municipal de Alcobaça. De 1985 a 1989 esteve na Assembleia Municipal. Em 89 esteve como vereador da cultura e como substituto do presidente de câmara.
Desenvolveu diversos trabalhos em prol da cultura, do desporto e na prevenção e combate à toxicodependência.
Entre vários projectos contamos com a primeira geminação de Alcobaça com Tarouca.
No desporto, é com ele que se começam a dar os primeiros subsídios camarários.
Em 94 passa a vereador das obras particulares e elabora o PDM. Lança-se o Procom (em conjunto com o arquitecto Ferro).
È também em 94 que se torna presidente da Fundação Maria Oliveira onde esteve até 2002. Também aqui fez obra !- elabora novos estatutos para a Fundação, constrói-se o actual edifício, surge o centro de dia, o apoio domiciliário, a creche, o infantário, os tempos livres e uma unidade para acamados.
O lar aumenta a capacidade de camas de 65 para 80. Consegue bons acordos com a segurança social. Consegue um acordo para obter uma boa parcela de terreno (contíguo ao edifício da fundação) permitindo a sua ampliação e a criação de novas actividades.
Durante o seu mandato na Fundação criam-se 50 novos postos de trabalho e aumenta-se a receita anual em 5 vezes.
Concilia toda esta actividade com os cargos que, entre 96 e 2000 exerceu no Ginásio Clube de Alcobaça (presidente da Assembleia-geral, vice-presidente e presidente) e é nesta altura que o estádio se torna relvado.
È este o Homem que ainda luta por Alcobaça e que acaba de vencer as eleições para a concelhia do Ps, na procura da unidade do consenso e do trabalho entre todos os militantes, como sempre o fez em todos os lugares onde exerceu a sua actividade profissional.
É a este Ser Humano que queremos hoje prestar a nossa singela homenagem pelo seu percurso profissional, cívico, humano e político. E, como ao lado de um Grande Homem está sempre uma Grande Mulher – o nosso muito obrigado aos dois por tudo o que têm feito por Alcobaça!


Lúcia Duarte

terça-feira, março 25, 2008

contestação

Têm sido diversas as vozes que se têm levantado contra a passagem do tgv por terras de Cister.
Algumas só o fazem por ser politicamente correcto e pretendem com isso alcançar mais votos nas próximas eleições até porque, quando estávamos em tempo útil para evitar o avanço do processo, alguém com muito conhecimento do que é o bem servir Alcobaça, limitou-se a bater com a porta às negociações, mesmo quando um colega de ideologia lhe ia chamando a atenção para os perigos desta aberração. - nada de estranhar!
mas, felizmente, existem, no concelho, pessoas realmente preocupadas em defender o ambiente, os valores patrimoniais e históricos.
estas pessoas são raras, eu sei!
mas, talvez por isso, eu sinto uma grande honra por saber que existem.
Como muitos já perceberam, estou a falar do grupo ATAC (amigos da terra por amor à camisola).

e acho importante que quem me visita neste nosso humilde ponto de encontro, tenha conhecimento de uma contestação por eles elaborada e resultado de intenso trabalho de pesquisa.
Com esforço pessoal, este grupo de cidadãos, fez o que os politicos deveriam ter feito.

Aqui fica a contestação que retirei do blog da ATAC e que, no meu entender,deve ser devidamente difundido e apoiado:


CONTESTAÇÃO
Jorge Alves, Noémia Rodrigues, João Oliveira, Francisco Vicente, Marília Russo, residentes na freguesia de Prazeres de Aljubarrota Concelho de Alcobaça, membros do movimento cívico ATAC (Amigos da Terra por Amor à Camisola).Após leitura e reflexão da Declaração de Impacto Ambiental do projecto “Ligação Ferroviária de Alta Velocidade entre Lisboa e Porto, Lote C1 – Troço Alenquer (Ota) / Pombal”, emitido pelo MAOTDR, ficaram verdadeiramente surpreendidos com a facilidade e ligeireza como o MAOTDR pode emitir uma declaração de impacto ambiental favorável à alternativa CSN 11 (SE+LE+NB), embora condicionada, quando o estudo que a suscitou se encontra tão incompleto e com impactos altamente graves a vários níveis, desta forma vêm apresentar a sua CONTESTAÇÃO.
I - Ocupação humana
A passagem do TGV irá ser responsável pela separação de núcleos urbanos consolidados, com alterações na dinâmica urbana e social existente, além de eventuais desequilíbrios funcionais.
Conduzirá à fragmentação do território, com consequente isolamento de núcleos existentes ou alteração das actuais dinâmicas de expansão urbana.
Estes efeitos serão considerados permanentes, uma vez que a perturbação dos mesmos se faz sentir durante todo o tempo de vida do projecto.
Há ainda a referir, que a RAVE no seu desejo de tudo impor e a ninguém respeitar, põe em causa a Capela de S. João Baptista, nos Olheiros, freguesia de S. Vicente de Aljubarrota, que é considerada património nacional.
Esta capela sofreu obras de restauro à pouco tempo, que foram financiadas pela Freguesia de S. Vicente de Aljubarrota, Câmara Municipal de Alcobaça e IPPAR.
Trata-se de uma Capela renascentista, que está datada de 1606, em que o telhado do altar-mor é construído em abóbada e cujas paredes laterais são suportadas por contrafortes com cerca de metro e meio de largura.
Toda a sua estrutura ficará em risco, quer na fase da obra da infra-estrutura, quer posteriormente com as vibrações provocadas pela passagem do TGV.
Esta passagem do TGV no Concelho de Alcobaça espartilha oito freguesias, provoca um condicionamento para futuras localizações urbanas e industriais, com consequente desvalorização patrimonial dos habitantes locais bem como a degradação da sua qualidade de vida, com prejuízo da sustentabilidade caminhando assim para o esvaziamento da área, entre a Serra dos Candeeiros e a zona de implantação ferroviária.
II - Património geológico / geomorfológico (carso)Na plataforma que se estende desde a Serra dos Candeeiros até Alcobaça - Maciço calcário estremenho - a mais importante zona calcária de Portugal, datada do Mesozóico.
As formas cársicas superficiais predominantes são os lapiás as depressões, dolinas de que são exemplo a depressão da Ataíja e as dolinas de Lagoa do Cão e Casal do Rei. Em profundidade a carsificação traduz-se em galerias, grutas e algares.
Desde o ano de 2005 que espeleo-mergulhadores, do Núcleo Espeleológico de Alcobaça (NEALC), tem vindo a estudar o vale da Ribeira do Mogo, onde no sistema do Rio Alcôa localizaram mais 2 nascentes, 3 sumidouros e 2 algares.
Um deles encontra-se com um sifão a 80 metros de profundidade. Cfr. doc. nº 1.A ADEPA – Associação para a Defesa e Valorização do Património Cultural da Região de Alcobaça localizou 13 grutas, algumas das quais, datadas do Período cronológico: Neolítico, calcolítico, Idade do Bronze, Idade do Ferro, Época Romana e outras, ainda não devidamente estudadas.
Cfr. Doc. nº 2.
Num relatório paroquial da Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, pode ler-se:“Aljubarrota, que no arabigo quer dizer campina aberta, há uma vila antiquissima, … e sem embargo que não há certeza da sua fundação; poucos annos, há se descobrio junto della numa pedra, da qual já não há notícia, por onde constava ser a sua fundação, dos tempos dos romanos…”Sabe-se que próximo de Aljubarrota existiu uma grande cidade Romana a que chamavam Arruncia.
No Dicionário corographico de Portugal Continental e Insular pode ler-se:
“Defronte da villa a 200 metros de distância vêem-se alguns vestigios da antiquissima egreja de Santa Marinha (ainda vêem no adro sepulturas de eras remotíssimas, com dizeres e instrumentos agrícolas esculpidos). Teem-se aqui achado moedas romanas de prata.
”Também segundo a Associação Ambientalista SILEX, formada por cidadãos residentes na zona do Vale da Ribeira do Mogo (Carvalhal de Aljubarrota) e muito conhecedores deste espaço, foram detectadas e registadas em GPS 40 cavidades.
III - Recursos hídricosEm profundidade a carsificação traduz-se em algares, galerias e condutas, formando um aquífero cársico muito heterogéneo, com elevado grau de organização da drenagem subterrânea.
Na Lagoa do Cão e Covões, a água pouco visível à superfície, abunda no subsolo, fazendo desta zona um dos maiores reservatórios, subterrâneos de água doce da Europa. A alimentação deste reservatório faz-se principalmente pela chuva que, infiltrando-se rapidamente no subsolo, forma ribeiras subterrâneas.
Por esta razão em Dezembro de 1994, foi elaborado pelo GITAP o relatório do PDM, para o Concelho de Alcobaça, em que se justificava a necessidade de se constituir REN (Reserva Ecológica Nacional), nos lugares de Lagoa do Cão e Covões, por se encontrarem em zona de infiltração máxima, ficando o seu uso condicionado nos termos do Decreto-Lei nº 180/2006, que revoga entre outros o Artº. Nº. 12 do Decreto-Lei nº 93/90 de 19 de Março.
No caso de Chiqueda, a nascente cársica é também alimentada pelas águas das ribeiras do oeste, que compõem a bacia hidrográfica do Lis, cujo percurso se faz subterraneamente por Porto de Mós, Ribeira do Vale do Mogo nas freguesias de Prazeres e S.Vicente de Aljubarrota, até à nascente de Chiqueda.
A infra-estrutura (TGV) prevista de acordo com o estudo prévio e não devidamente estudado no terreno irá atravessar a linha de água no vale da Ribeira do Mogo. Tendo em conta que esta nascente em Chiqueda é responsável pelo fornecimento de água potável a cerca de 70% da população do concelho de Alcobaça, abrangendo as seguintes freguesias:
ALCOBAÇA, ALFEIZERÃO(só a localidade de Casal Pardo), BÁRRIO, BENEDITA, CELA, ÉVORA DE ALCOBAÇA, MAIORGA, PRAZERES DE ALJUBARROTA, S. VICENTE DE ALJUBARROTA, TURQUEL, VESTIARIA, VIMEIROA captação de Chiqueda abastece uma população de 42 000 habitantes, com um consumo médio diário ano de 12 350m3 de água.
Os aquíferos cársicos possuem uma capacidade pequena de reacção à poluição das águas subterrâneas devido a uma ausência quase total de filtração.
A inevitabilidade do desgaste e corrosão, quer dos carris em aço que constituem a ferrovia, quer das rodas do material circulante irão criar um impacto ambiental negativo, provocado pelos metais pesados utilizados no fabrico das mesmas.
O desgaste destes materiais será responsável por fornecer ao solo Vanádio (V), Crômio (Cr), Molibdénio (Mo), Titânio (T), Nióbio (Nb), Zinco (Zn), Chumbo (Pb) e Alumínio (Al), entre outros metais pesados.
A maioria destes metais atingirá os cursos de água subterrâneos por meio de canais de escoamento de águas pluviais, infiltração ou escorrência.
A construção da referida infra-estrutura, para passagem do TGV, está prevista a cerca de 300 metros em linha recta, da principal fonte de captação de água (CHIQUEDA), para abastecimento ao Concelho de Alcobaça (freguesias acima citadas).
Saliente-se o facto de o PDM impor uma protecção a esta nascente de 500 metros.IV - Ecologia Flora/Faunaa) FloraAqui encontramos muitas espécies vegetais, que não se encontram em mais nenhum local – endemismos.
Actualmente ainda subsistem vestígios de um coberto vegetal primitivo, sobretudo sob a forma de carvalhais constituídos por carvalho-cerquinho (quercus faginea), medronheiro (arbustus unedo), alecrim, sobreiro, azevinho, loureiro, carrasco entre outras espécies.b) FaunaNo que diz respeito às espécies animais, povoam este espaço, mamíferos, aves, répteis, anfíbios, destacando-se a presença de morcegos, geneta, raposa, lontra, gato bravo, tourão, gralha-de-bico-vermelho, bufo-real (15, sendo 8 juvenis no ano reprodutor de 2007), corvo, águia de asa redonda (milhafre), víbora-cornuda, salamandra-de-fogo e sapo-de-unha-negra entre outros.
A grande diversidade biológica é sustentada pela existência de uma heterogeneidade de habitats.Ao rasgar o território com a infra-estrutura do TGV, destroem-se os ecossistemas e dividem-se os habitats que existem, comprometendo a preservação das espécies.
V - RuídoO ruído constitui um dos factores de qualidade ambiental em que o projecto TGV terá um impacto negativo.
Estudos realizados por investigadores do Imperial College de Londres, revelaram que a tensão arterial aumenta significativamente quando se experimenta um acontecimento nocturno com ruído superior a 35 decibéis, ou seja um valor substancialmente inferior aquele que está previsto na Declaração de Impacte Ambiental (60 e 50 decibéis).
Segundo o mesmo estudo uma subida de 10 decibéis de ruído nocturno causa um aumento de 14% no risco de hipertensão.
Há ainda a acrescentar que as pessoas submetidas a ruído que as tenham perturbado e frustrado os estados de atenção, concentração ou comunicação, ou que tenham sido afectadas na sua tranquilidade, descanso ou no sono desenvolvem alguns síndromas tais como: cansaço crónico, tendência para terem insónias, doenças cardiovasculares (o risco de ataques de coração em pessoas submetidas a valores superiores a 65 dB (A) no período diurno, aumenta entre os 20 e 30%), transtornos no sistema imunitário responsável pela resposta às infecções e aos tumores, transtornos psicofísicos como a ansiedade, depressão, irritabilidade, náuseas, enxaquecas e ainda variações de conduta, especialmente comportamentos anti-sociais tais como a hostilidade, intolerância e a agressividade.
O ruído dos comboios é classificado de fatigante/perigoso na escala do ruído.
VI - VibraçõesNo passado a água sempre foi um dos principais problemas das populações dos lugares da base oeste da Serra dos Candeeiros, do qual destacamos por melhor conhecermos os lugares de Termo de Évora, Lagoa do Cão, Covões, Casal do Rei e Ataíja de Baixo.
Devido à natureza calcária dos solos era inútil abrir poços, daí a necessidade do homem inventar maneiras de reter a água da chuva, surgiram as cisternas, como reservatório para conservação da água.Assim, eram aproveitados pequenos algares para este fim, como ainda hoje se pode verificar.
Esta zona é bastante instável, dada a proximidade da falha da Nazaré – Pombal, onde se pensa que tiveram origem os sismos de 1528 e de 21 de Fevereiro de 1890.
De acordo com o Decreto-Lei nº 235/83, de 31 de Maio é possível considerar em Portugal Continental uma zonagem sísmica, correspondendo esta zona a uma 2ª faixa de grande instabilidade.
Na zona prevista para a passagem do TGV, há que ter em consideração que parte do casario não descarrega em pilares, mas sim em banda, o que constitui um risco acrescido com as vibrações provocadas pela passagem do TGV.
VII - Radiações electromagnéticasCientistas internacionais alertam para os perigos das radiações electromagnéticas que têm um impacto negativo na saúde, sendo responsáveis por casos de leucemia infantil, tumores cerebrais, neuroma acústico e Alzheimer.Constituindo um factor de risco para o cancro, tanto em crianças como em adultos.
Para o TGV poder funcionar é imprescindível que haja corrente eléctrica de alta ou de muito alta tensão, o que irá provocar radiações electromagnéticas.
O ministério do Ambiente não pode ignorar os efeitos cancerígenos que estas radiações provocam.
Aliás a Direcção Geral de Saúde tem em seu poder um relatório referente a esta matéria.
VIII - Citando a SICO estudo de impacto ambiental da RAVE é também duramente criticado no parecer: “elege um conjunto de alternativas designadas por “alternativas ambientalmente mais vantajosas”, as quais são fortemente impactantes.
Esta atitude reflecte que houve uma subavaliação da magnitude dos impactos, no seu todo, pelo que nenhuma das soluções apresentadas possa ser considerada como viável, neste contexto”.
No parecer antes emitido, e que tinha sido aprovado e enviado para a Agência Portuguesas de Ambiente pelo Vice-presidente Henrique Moura Maia da CCDRC, explicava-se que “os impactos gerados em termos de socio-economia, do ordenamento do território e usos do solo são negativos, muito significativos, irreversíveis e não minimizáveis (residuais)”, permanecendo mesmo depois das medidas de minimização prevista no Estudo de Impacto Ambiental promovido pela RAVE.
O parecer negativo da Comissão de Avaliação do Projecto, tal como foi feito inviabilizaria inevitavelmente os traçados propostos pela Rede de Alta Velocidade (RAVE) para o atravessamento na zona entre a Ota e Pombal.O Vice-presidente da CCDRC, Henrique Moura Maia, fez o frete à Agência Portuguesa do Ambiente “as alternativas podem ser todas másmas, decididamente havia que hierarquizá-las” porque “quem vai decidir, vai ter que saber qual é a menos má”.
Os técnicos não aceitam a pressão, como explicam num relatório a que a SIC teve acesso e arquivado na CCDRC (está assinado pelos própriostécnicos ): “Esta posição não pode ser aceite (…) dado que todas / as alternativas / apresentam impactes negativos muito significativos”.Respondem ainda que “ uma eventual hierarquização, a ter sido possível teria naturalmente constado do parecer dias antes homologado superiormente”.
Fim de citaçãoFicamos assim a saber, que neste país à beira mar plantado, que alguns o querem transformar em medíocre, não se escolhem traçados para implantação de projecto ferroviário de alta velocidade, cujo custo rondará se não houver derrapagem 4,5 mil milhões de euros, pelo facto de serem BONS ou MUITO BONS, mas contentamo-nos com o MENOS MAU.Conclusão
Face ao exposto é visível, e óbvio, que a passagem do TGV vai trazer ao Concelho de Alcobaça e ás suas gentes, nomeadamente a 8 das suas freguesias, um ónus que as populações e o Concelho não vão conseguir reparar nem recuperar.
Passagem essa que foi avaliada, pelos técnicos competentes da CCDRC, que referiram um enorme impacto sobre a população nomeadamente: sobre o património geológico; geomorfológico (carso); recursos hídricos; ecologia: flora e fauna; ruído; vibrações e radiações electromagnéticas, etc.A avaliação dos técnicos da CCDRC incumbidos daquele processo foi peremptória ao afirmar que os impactos da passagem do TGV são “negativos muito significativos e não minimizáveis”.
Mais afirmam os técnicos que em resultado do estudo feito e das opções apresentadas, todas com um grande impacto social, ambiental e outras, que não era possível “uma eventual hierarquização, a ter sido possível teria naturalmente constado do parecer, dias antes homologado superiormente”.
Mas, os técnicos que analisaram os vários traçados e que denunciaram os impactos que estes vão ter junto das populações e do Concelho, foram afastados do processo e foram substituídos por outras pessoas.
Pessoas essas cujas competências e conhecimento dos factos podem ser postos em causa pois, decidem a aprovação de um traçado com os efeitos já referidos como sendo o “menos mau”.
E decidem sem ter em atenção os pareceres dos técnicos (fundamentados) e fundamentam as decisões que tomam unicamente com o pretexto de ser o “menos mau”.
Não é, pois, possível nem admissível que um projecto desta envergadura e dimensão para o país e para as populações locais seja decidido com o fundamento de ser o menos mau, daí a indignação dos signatários, bem como das populações locais, em relação à passagem do TGV pelo Concelho de Alcobaça, pelo traçado agora escolhido, ou por qualquer outro dos que foram analisados pelos técnicos CCDRC e qualificados como tendo impactos “negativos muito significativos e não minimizáveis”.
Requer-se ainda que seja averiguada:- em que condições foi feita a aprovação do traçado do TGV na ligação Ota Pombal, que passa pelo concelho de Alcobaça;- porque é que o traçado aprovado foi contra o parecer inicial dos Técnicos do CCDRC responsáveis por ele;- qual a razão do afastamento dos 2 técnicos da CCDRC nomeados inicialmente para elaborar aquele parecer.Mais se requer que seja averiguado:
1 – Se existe necessidade que Portugal faça um investimento tão elevado, numa altura de “apertar o cinto”, já que a linha do TGV de Lisboa – Porto, vai retirar apenas 15 minutos ao tempo de viagem que o Alfa Pendular demora hoje;
2 – Tendo em conta que o traçado TGV foi concebido para localização do Aeroporto em Ota, não faz qualquer sentido manter o traçado de passagementre Serra de Montejunto e Serra dos Candeeiros, uma vez definida a nova localização do NAL em Alcochete;
3 – Se, se mantém, a intenção de fazer a ligação do traçado do TGV ao novo de Aeroporto de Lisboa, em Alcochete, não será de concluir que o traçado mais vantajoso para este, seja a Este da Serra dos Candeeiros ou junto á A1,.fazendo que o traçado do TGV não passe pelo Concelho de Alcobaça;Retirando-se o traçado do TGV no concelho de Alcobaça, esta população e o meio ambiente agradecem e assim se fará uma JUSTIÇA SOCIAL E AMBIENTAL.
Juntam – 2 documentosP. D. V. Exa.

Os Signatários acima nomeados
Foi dado conhecimento desta mesma Contestação a:
PS; PSD; CDS – PP; OS VERDES – PEV; PCP; Bloco de Esquerda; Deputada Zita Seabra; Comissão Parlamentar do Poder Local do Ambiente e Ord. do Território; Comissão Parlamentar das Obras Públicas; Ministério do Ambiente; Ministério dos Transportes; Procurador Geral da República; Presidente da República.

segunda-feira, março 24, 2008

Oposição - o renascer da esperança!

Últimamente, temos assistido a guerrilhas internas dentro do maior partido da oposição, em Alcobaça.
Estas guerrilhas, a maior parte das vezes provocadas por ambição pessoal, retiravam a possibilidade de se fazer uma verdadeira oposição à má governação do psd na câmara do nosso concelho.
Finalmente, com o aproximar das eleições para a comissão politica do ps, começou a haver uma preocupação em unificar o partido e em reunir esforços para encontrar pessoas crediveis numa luta por uma Alcobaça melhor.
Foi com grande satisfação que me apercebi que um dos grandes nomes da nossa medicina encabeçava uma lista com objectivos muito concretos - o Dr Pedrosa.
Não querendo retirar o mérito a algumas pessoas que integram a lista concorrente a esta, sempre vou dizendo que quer os propósitos, quer a união dos elementos em torno da lista encabeçada pelo dr Pedrosa me parecem de louvar .

Para os que já me conhecem e sabem que não sou vira-casacas, apenas vos digo que não gosto de votar em nomes. Voto em projectos!
Por isso tentei que me fossem enviados os projectos de ambas as listas.
Infelizmente, a lista encabeçada pela Dra Alzira não me enviou qualquer informação obtido como resposta à minha solicitação" que tanto o projecto como os nomes que faziam parte da lista seriam divulgados num jantar de apoio à sua candidatura."
Assim, ficámos sem capacidade de vos poder informar sobre os propósitos dessa lista, bem como os nomes dos elementos que constam da mesma.
Feito o mesmo pedido a um elemento da lista do Dr Pedrosa, o mesmo, amavelmente, enviou toda a informação solicitada e que reproduzo em baixo. Fica à vossa consideração reflectir sobre a transparência dos actos e votar (no caso de serem militantes do PS) na lista que melhor sirva os vossos interesses como cidadãos atentos e interessados em melhorar a péssima imagem que a politica tem tido em Alcobaça.


As propostas da lista do Dr Pedrosa:

- Reuniões regulares da Comissão Política e da Assembleia Geral de Militantes,
- Discussão das matérias de maior relevância para o Concelho, no seio da Assembleia Geral de Militantes e Comissão Política de modo a debater devidamente com todos os militantes e reforçar assim as nossas posições,
- Promoção de convívio entre os militantes extra reuniões através de iniciativas,
- Envolvimento de todos os eleitos e não eleitos, bem como dos militantes na preparação e constituição das propostas e listas autárquicas.
- Realização de iniciativas temáticas de âmbito concelhio, bem como das freguesias,
- Reforço da formação autárquica,
- Oposição atenta e pró activa à CMA e Juntas.

os elementos da lista:


www.psleiria.org
Federação Distrital de Leiria
Eleição da Comissão Politica da Concelhia de Alcobaça
Mandato 2008 – 2010
Declaração de Aceitação de Candidatura
Os membros do Partido Socialista abaixo designados, declaram aceitar candidatar-se à
Comissão Politica de Alcobaça pela lista que tem como primeiro subscritor e candidato
o camarada José Carvalho Pedrosa, militante nº 15635.
Declaram ainda, sob compromisso de honra, que não se encontram abrangidos por
qualquer incapacidade eleitoral, inelegibilidade ou incompatibilidade prevista nos
Estatutos do Partido Socialista, nem figuram em mais de uma Lista de Candidatos.
1. José Carvalho Pedrosa Militante nº. 15635
2. Rui Manuel Dias Alexandre Militante n.º 31606
3. Ana Cristina da Silva Soares Ribeiro Militante n.º 42575
4. António José Rodrigues Henriques Militante n.º 10080
5. César José Lourenço Santos Militante n.º 41494
6. Maria Isabel Rodrigues Santos Militante n.º 84471
7. António Rebelo Delgado Tomás Militante n.º 48682
8. Arnaldo Augusto Homem Rebelo Militante n.º 21499
9. Cátia Verónica Forreta Machado Militante n.º 103727
10. António Aniceto Figueiredo Militante n.º 5714
11. Carlos Manuel F. Portugal Silveira Militante n.º 4197
12. Maria Teresa Bonita Martins Militante n.º 62297
13. César Alexandre Martins Borges Militante n.º 33035
14. Tito Lourenço Santos Militante n.º 89332
15. Anabela Silva Portugal Silveira Militante n.º 29746
16. Ricardo Cristóvão F. Calado André Militante n.º 39982
17. Miguel João Ramalho Vicente Militante n.º 103768
18. Paula Lúcia S. B. A. Duarte Bernardo Militante n.º 103764
19. Paulo Jorge Inácio Susano Militante n.º 98326
20. Henrique José Alves Henriques Militante n.º 93204
21. Sofia Machado Guilherme Militante n.º 103730
22. Telmo Fernando Morais Silva Militante n.º 89331
23. Óscar Campos Pereira Militante n.º 55914
24. Maria Jesus F. S. Portugal Silveira Militante n.º 4198
25. Ricardo Narciso Lopes Militante n.º 89330
26. Eugénio Maria Silva Dias Militante n.º 83379
27. Maria Isabel Veríssimo P. Alexandre Militante n.º 49863
28. Joaquim Conceição Fernandes Militante n.º 103728
29. Ostvaldo Henriques Gomes Franco Gabriel Militante n.º 63634
30. Andreia Clara Marques Carvalho Militante n.º 84472
31. Tiago Marcelo S. Aniceto Figueiredo Militante n.º 65469
Suplentes:
1. Graça Maria Martins Borges Militante n.º 98323
2. Pedro José Videira Diniz Militante n.º 84473
3. Filipa Santos Aniceto Figueiredo Militante n.º 65470
4. José Arsénio Santos Militante n.º 89324
5. Maria Lisete Matos Forreta Militante n.º 103729
6. Carlos José Marques Martins Militante n.º 86784
7. Maria Gloria Rosa Dias Alexandre Militante n.º 34381
8. António Santos Ramos Militante n.º 45425
9. Ana Sofia C. Sousa Diniz Militante n.º 84470
10. Paulo Jorge Couto Pereira Militante n.º 39984
11. Ana Oliveira Ramos Militante n.º 49864
12. Dilane Manuel Pereira Machado Militante n.º 103726
13. Telma Margarida Carvalho Pedro Militante n.º 103785
14. Nuno Filipe Santos Bernardes Militante n.º 83378
15. Maria Custodia Lourenço Santos Militante n.º 89326
16. José António Alegrias Borrego Militante n.º 71726
17. Maria Noémia Almeida Alexandre Militante n.º 34379
18. Carlos Alberto Isidoro Luís Militante n.º 10024
19. Fátima Maria Fonseca Narciso Militante n.º 31791
20. João Francisco S. Nobre Correia Militante n.º 79743
21. Celestina Mendrica V. Peralta Militante n.º 53068
22. Mário José Bento Marques Militante n.º 86787
23. Ivone Lameira Fonseca Narciso Militante n.º 89323
24. João Carvalho Luz Militante n.º 103758
25. Maria Fátima S. S. S. Ribeiro Militante n.º 89327
POr favor, não fiquem em casa!
è nosso dever dar voto a quem nos sirva melhor na defesa dos interesses do concelho.
Na sexta-feira, Hotel Dª Inês, entre as 18h e as 22h
Lúcia Duarte

sexta-feira, março 21, 2008

Uma luz ao fundo do túnel

Meus amigos

Senti necessidade de me afastar durante uns tempos para fazer um balanço sobre as atitudes politicas e as reais necessidades de Alcobaça a esse nível.
Com um olhar mais atento e tentando manter a distância necessária a uma análise o mais imparcial possível, apercebi-me que tudo o que é realmente importante tem sido descuidado pelos nossos governantes e que a oposição mais directa não tem funcionado.
e agora, do lado de fora, entendi a razão da falta de força da oposição, muito em particular, no que diz respeito ao PS.
As lutas internas, a ânsia de poder, as ambições pessoais e as vaidades têm desgastado quem, de verdade, pretende uma mudança e têm impedido os que amam Alcobaça de terem força para trabalhar.
Parece que estamos numa hora de mudança e numa luta para acabar com isto. Ainda bem!
Finalmente, uma luz ao fundo do túnel!...
A unificação dentro do partido e, até mesmo em toda a esquerda, é necessária e desejável!
Finalmente, o PS começou a separar o trigo do joio e acordou com energia!
Juntar a sabedoria e a experiência dos menos jovens com a força e a garra dos mais jovens foi uma atitude sensata e que revelou inteligência e visão politica.
Agora que acordaram, por favor, usem essa garra para defender os interesses do povo de Alcobaça contra a (des)governação), prepotência e arrogância dos que usam festas e eventos popularuchos apenas para ganhar votos. Vamos ser diferentes?

segunda-feira, março 17, 2008

Parabéns Armazém das Artes

Parece que foi ontem e, afinal, já passou um ano!
Tive o previlégio de estar presente na inauguração do Armazém das Artes em 2007.
Desde então, tenho visitado regularmente este espaço cultural e disso tenho feito noticia.
Agora, é altura de comemorar o seu 1º aniversário.
Aqui fica o programa que retirei de http://www.armazemdasartes.pt:
1º aniversario5 de Abril 2008 às 16h30
O Conselho de Administração do Armazém das Artes Fundação Cultural, tem a alegria de anunciar a comemoração do 1º aniversário da abertura da "Porta das Artes" e dos 50 anos de actividade do Escultor José Aurélio.
Programa:
"50 Fotografias e 1 atelier
"Imagens de Ana Gaiaz, António Guerra, Dinora Severino, João Daniel Ferreira, Jorge Barros, Jorge Vasco, José Afonso Furtado, José Manuel Charters, Marco Tinta, Rosa Reis
"25 Esculturas de José Aurélio"
Doação inicial do fundador ao Armazém das Artes"Aparelhos de Precisão" Núcleo museológico com peças do acervo Armazém das Artes

sábado, fevereiro 09, 2008

Platão já dizia:

"A penalização por não participares na política, é acabares a ser governado pelos teus inferiores".
(será que Platão já previa do futuro? Saberia quem iria governar Alcobaça no séc XXI?)

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

uma carta a ler

De algumas pessoas que, na politica, aprendi a respeitar, quer pela integridade, quer pela coerencia de ideias e postura, o autor da carta que se segue é uma delas.
é um forte contributo para a luta que desenrolamos contra a passagem do tgv por Alcobaça.
Obrigado Eduardo
Ex.mo. Sr. Director do Jornal
Região de Leiria

A notícia publicada na edição de 8 de Fevereiro de 2008 intitulada "Reinvindicações de Alcobaça retiram TGV a Leiria", assinada por Carlos Almeida, é mais uma boa encomenda política da RAVE, entidade que em todo este processo do TGV já nos habituou a este tipo de comportamento.
Se é verdade que o jornalista apenas transcreve aquilo que é dito pelo administrador da RAVE, não seria despropositado que o mesmo jornalista perguntasse o porquê. "Porque é que Leiria deixa de ter uma paragem de TGV se o traçado não for este?" Era uma pergunta que faria toda a diferença e que tornaria a notícia muito mais séria. Porque é que, neste país, só os autarcas é que têm de explicar tudo, enquanto estes senhores administradores chorudamente pagos pelo Orçamento de Estado não explicam nada?
Pergunto eu. Afinal, o que é que Leiria quer? Não queriam ter uma boa ligação ao Aeroporto? Com o aeroporto em Alcochete e o TGV na Barosa, ter-se-á que passar primeiro por Lisboa para chegar ao aeroporto no TGV. Com uma estação de TGV a nascente de Leiria, a ligação ao Aeroporto passa a ser directa, sem passagem por Lisboa. Sei que existe uma certa obstinação do lobbie marinhense em colocar a estação na Barosa. Mas para esses tenho uma novidade: Os moldes metálicos não andam de TGV!
Não serei eu certamente a dizer aos leirienses o que é melhor para eles, mas uma Estação de TGV a nascente da capital de distrito tem imensas vantagens:
- aproxima o TGV de Fátima, maior destino turístico da região;
- coloca o TGV numa área mais central, onde, num círculo concêntico, abarca muito mais população;
- situa a Estação na confluência da A1 com a A8, vias de superior importância na Região;
Há um argumento também, por vezes, usado, que merece a minha gargalhada de desprezo: "o TGV na Barosa vai permitir a modernização da Linha do Oeste". Ora, por favor, sejamos razoáveis. Então, agora a modernização da Linha do Oeste não avança por falta de meios financeiros e vai avançar quando o país tiver esbanjado avultados meios financeiros na construção do TGV? Não há pachorra para tanta imbecilidade!
Lamento que, com este tipo de notícia só se consiga atirar Leiria contra Alcobaça. Nada nos move contra a capital de distrito. Só estamos a defender os nossos interesses.

Cumprimentos
Eduardo Nogueira

TGV: Comboio que rasga passagem é "vizinho indesejado" para moradores de Pombal e Alcobaça

6 de Fevereiro de 2008, 14:54

** Paulo Jorge Agostinho (texto) e Paulo Novais (fotos), Agência Lusa **

Leiria, 06 Fev (Lusa) - A futura linha do TGV entre Alenquer e Pombal é vista como uma "intrusa" e uma "vizinha indesejada" para quem passará a ter o comboio à porta das suas casas.

Em Pombal, uma capela, uma escola, uma exploração de caulino e várias casas estão em risco. Tudo depende da linha do mapa aprovado a traçar no terreno pelos engenheiros, a qual pode afectar até o cemitério de Almagreira.

O receio é do presidente da Junta de Freguesia de Almagreira, Fernando Matias, que, hoje, à Agência Lusa, admitiu que as movimentações de terra a fazer junto à linha irão afectar todos aqueles equipamentos.

"Nem os mortos escapam". O desabafo é de Celeste Cordeiro, moradora em Assanha da Paz, que poderá ver a linha ferroviária de alta velocidade nas traseiras da sua casa, nos campos onde agora tem uma pequena horta.

A linha de alta velocidade não pode ter inclinações superiores a dois graus e qualquer curva tem pelo menos cinco quilómetros de extensão, pelo que a margem de tolerância é mínima e os moradores já começam a saber disso, seja pelas Juntas de Freguesia, seja pela consulta do processo de avaliação de impacto ambiental.

"Dizem que aqui vai haver um aterro grande que rebenta com estas casas", disse à Agência Lusa Fátima Gomes, moradora em Barros da Paz, um pouco a norte da Assanha, e que vê com apreensão a possibilidade de perder a habitação onde vive.

"Os engenheiros já vieram aqui fazer medições, mas nunca nos disseram nada. Anda uma pessoa a gastar uma vida a fazer uma casa e agora, por causa de uns tipos de Lisboa, ficamos sem nada", afirmou Fátima Gomes, prometendo sair da vista da alta velocidade.

"Se o comboio passar aqui, vou para longe... Não quero saber mais nada disto", assegurou, olhando desanimada para a sua casa, construída há poucos anos de onde quase dá para ver o mar.

Para que a linha seja construída, serão feitas muitas movimentações de terras e várias obras de engenharia, um esforço que o presidente da Junta da Almagreira, Fernando Matias, considera ser "exagerado" para o retorno do novo meio de transporte.

Mais a sul, em Alcobaça, estão contabilizadas duas dezenas de casas que serão destruídas para que se poupe no tempo gasto de comboio entre as duas maiores cidades do país.

"Mas eu até nem costumo ir a Lisboa ou ao Porto, para que é que eu quero um TGV à porta?", perguntou Ângelo Alexandre, morador na Moita do Poço (freguesia de Turquel) que verá o comboio levar-lhe a oficina de automóveis, mas deixando-lhe a casa onde vive.

"Sé é para tirarem, ao menos que levem tudo para eu também tirar daqui a ideia", defendeu este ex-imigrante em França em declarações à Agência Lusa, contestando a proposta de uma linha ferroviária de alta velocidade para aquela zona.

"Se a querem construir, façam-na ao pé da auto-estrada, não aqui", acrescentou.

Adelino Dinis não vai perder uma casa, mas sim três: aquela onde vive, a que era dos pais e uma que era de um tio.

"É preciso pontaria". Entre um sorriso conformado e palavras de revolta, Adelino Dinis disse que vai ficar melhor do que os vizinhos, que conhece desde garoto. "Antes sair daqui do que ter esta coisa aqui ao lado e ter de viver com ela".

Quem também não está contente com o TGV é João Felizardo, que adquiriu há poucos anos uma casa antiga e restaurou-a com "todo o carinho e mimo".

"Tenho apartamento na Benedita mas decidi comprar isto para ir fazendo e restaurando a meu gosto. Mas agora já não sei o que fazer", lamentou este empresário de 53 anos.

Só no portão centenário, João Felizardo gastou "milhares de euros", a que se somam as pedras de lagares compradas em aldeias e toda uma panóplia de alfaias tradicionais que transformaram a casa térrea num pequeno museu à herança cultural local. "Eu escolhi isto pelo sossego e agora vou ter um TGV à porta. Quem é que queria uma coisa destas?".

Uns metros em direcção a Lisboa, já na freguesia vizinha da Benedita, os ânimos estão também ao rubro e os moradores prometem lutar com todas as armas contra uma linha indesejada, até porque obedece a critérios ambientais incompreensíveis para muitos.

"Eles fazem o desvio dos morcegos em Rio Maior, mas vão destruir a Ribeira do Mogo na Chiqueda, que é uma coisa única", alertou Joaquim Sousa, morador na Charneca do Casal do Guerra, que vai ter a linha junto ao limite da sua casa.

"Isto não faz sentido e eu ainda espero que alguém ponha a mão na consciência, porque podiam desviar a linha mil metros para o sopé da serra que não atingia ninguém", aconselhou.

Já a sua irmã, Maria de Sousa, vê o futuro mais negro e verá a sua casa destruída pelos comboios que vão unir Portugal a Espanha e ao resto da Europa.

Curioso é o facto do moinho que Maria Sousa restaurou ser uma das peças a preservar pelos técnicos da Rede de Alta Velocidade (RAVE), que definiram o corredor, enquanto a casa onde vive será destruída.

"Nunca ninguém me deu dinheiro para arranjar o moinho. E agora é ele que fica e eu é que tenho que me ir embora", afirmou, desiludida.

Perante a posição, aparentemente irredutível, dos técnicos, o seu sobrinho, Luís Sousa, dá uma receita que, acredita, até pode dar resultado: "Vamos todos de comprar moinhos velhos e encostá-los às nossas casas. Pode ser que, assim, elas se salvem".

Lusa/Fim

Nova ponte sobre o Tejo CDS-PP e PSD lamentam que estudo pedido por Mário Lino ao LNEC não englobe o TGV

O CDS-PP defende a realização de um estudo "aprofundado" do traçado do comboio de alta velocidade (TGV) depois de o ministro Mário Lino ter pedido uma avaliação comparativa sobre a nova travessia do Rio Tejo.
Também o PSD lamenta que estudo pedido ao LNEC não englobe o TGV.

"Seria bom que fosse feito um estudo mais aprofundado relativamente à opção do TGV", disse à agência Lusa o deputado Belo Baptista, considerando que ao mandatar o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para avaliar qual a melhor solução para a nova ponte sobre o Rio Tejo, o ministro Mário Lino "desautorizou" o primeiro-ministro.

Belo Baptista lembrou que quando anunciou a mudança da localização do futuro aeroporto internacional de Lisboa para Alcochete, o primeiro-ministro afirmou que a opção Chelas-Barreiro se mantinha para a terceira travessia do Tejo, apesar de o estudo da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) apontar como opção a ligação Beato-Montijo.

"O que vemos agora é o primeiro-ministro a ser desautorizado pelo despacho do ministro e uma decisão que era uma certeza transformada numa grande dúvida. Afinal o estudo (sobre a localização do aeroporto) tinha pés de barro", sublinhou.

O deputado do CDS-PP sustenta que uma obra desta importância para o País merece um tratamento diferente, com todos os estudos em cima da mesa, acusando o Governo de "anunciar à pressa" sem preparar bem o trabalho de casa.

PSD lamenta que estudo pedido ao LNEC não englobe o TGV

O deputado do PSD, Jorge Costa, lamenta que a avaliação relativa à nova ponte sobre o Tejo, pedida pelo ministro Mário Lino ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil, não inclua as opções de entrada em Lisboa do comboio de alta velocidade.

"Pena é que o estudo comparado não envolva a análise das duas alternativas (pela margem sul ou norte) sobre a mesa de chegada a Lisboa do comboio de alta velocidade (TGV)", disse Jorge Costa à Agência Lusa.

O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, mandatou o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para avaliar qual a melhor solução para a nova ponte sobre o rio Tejo e se esta deve ser só ferroviária ou também rodoviária.


Publicação: 08-02-2008 07:59

sábado, fevereiro 02, 2008

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quinta-feira, janeiro 31, 2008

decifrando a linguagem de um sapo

Embandeirar em arco

Significado: Manifestação efusiva de alegria.
Origem: Na Marinha, em dias de gala ou simplesmente festivos, os navios embandeiram em arco, isto é, içam pelas adriças ou cabos (vergueiros) de embandeiramento galhardetes, bandeiras e cometas quase até ao topo dos mastros, indo um dos seus extremos para a proa e outro para a popa. Assim são assinalados esses dias de regozijo ou se saúdam outros barcos que se manifestam da mesma forma.

Encanar a perna à rã

Segundo alguns entendidos na arte de bem falar português a expressão popular «encanar a perna à rã» significa não fazer nada; atrasar; não resolver; demorar; empatar.
Ou seja, «não dar andamento, fingir que se trabalha, mandriar».

terça-feira, janeiro 29, 2008

PETIÇÃO

EXMº SR
PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA
REPÚBLICA


os cidadãos Portugueses, abaixo assinados, sendo o primeiro subscritor Paulo Jorge Marques inácio, casado, residente na Rua das sobreiras nº 2 _Casal Jorge Dias, freguesia da Cela, Concelho de Alcobaça, titular do B.I. 8056107 de 19/07/2004 do Arquivo de Lisboa, vem nos termos do disposto no artº 52 da CRP e da Lei nº 43/90, publicada no Diário da República I Série nº 184 de 10 de Agosto de 1990 com as alterações introduzidas pelas Leis nºs 6/93, 15/2003 e 45/2007, publicadas respectivamente nos Diários da República I Série A nº 50 de 1 de Março de 1993, nº 129 de 4 de Junho de 2003 e nº 163 de 24 de Agosto de 2007, apresentar à ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA a seguinte:

PETIÇÃO COLECTIVA
TGV (LISBOA-PORTO???) A OESTE DA SERRA DOS CANDEEIROS, NÃO
NOS SEGUINTES TERMOS E FUNDAMENTOS
os cidadãos portugueses subscritores são essencialmente residentes no Concelho de Alcobaça e em particular nas seguintes freguesias: Prazeres de Aljubarrota, São Vicente de Aljubarrota, Alpedriz, Benedita, Cós, Évora de Alcobaça, Pataias e Turquel.
Através da empresa pública RAVE - Rede Ferroviária de Alta Velocidade, SA, encontra-se prevista a passagem do projecto ferroviário de alta velocidade, vulgarmente designado por "TGV", no Concelho de Alcobaça, mais especificamente nas freguesias acima referidas.
A concretizar-se a aludida passagem, esta causará gravissimas consequências na qualidade de vida dos Alcobacenses, impactos ambientais e urbanisticos nefastos e irreparáveis.
Aliás, entre outras, são preocupações da declaração de impacto ambiental do projecto de ligação ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Porto, Lote C1 - troço Alenquer (OTA) - Pombal, as implicações ambientais no Património Geológico, no Parque Natural de Serra de Aires e Candeeiros, no sistema do Vale da Ribeira do Mogo (em via de classificação como paisagem protegida pela CMA), no campo de dolinas na Lagoa do Cão bem como nas depressões da Ataíja, nos recursos hidricos, na ecologia da fauna e da flora, no ruído na paisagem e no ordenamento do território destas populações.
De igual modo, a passagem do TGV no Concelho de Alcobaça, influenciará, condicionando drásticamente, a qualidade de vida das populaçõesjá que, inúmeras habitações e empresas terão de ser demolidas, bem como outras terão de subsistir junto a uma linha de alta velocidade, que desvalorizará de forma acentuada os terrenos e habitações.
As populações em causa, ao contrário de outras, não beneficiaram directamente da rede rodoviária (A1) e já foram oneradas penosamente, em nome do bem comum, com linhas de alta tensão e eplo Gasoduto, o que implica enormes constrangimentos ao seu desenvolvimento.
impor-lhes mais um sacrifício, com esta dimensão "por força do bem Nacional" determina definitivamente uma barreira intransponível que aniquila o ambiente, divide físicamente populações, famílias e o livre acesso às propriedades.
Nenhum interesse nacional legitima tamanha e cumulativa injustiça que destói a "alma" das Freguesias afectadas, sendo que é um dos eixos mais populosos do Concelho de Alcobaça, modificando a sua essência e a relação sentimental destas com o seu habitat natural.
Afectará a história, a cultura e a vida das gerações que, legaram ao presente um futuro, agora posto insensatamente em causa.
A manter-se o traçado projectado a Oeste da Serra dos Candeeiros, toda esta zona será devassada, amputada na sua coesão e coerência territorial e humana, destruindo a relação entre a Serra e o Homem. Está também colocada em causa a área com maior relevo e potencial industrial e comercial do Distrito de Leiria.
Os subscritores peticionantes não se conformam com este traçado, nomeadamente porque até hoje ainda não foi cabalmente explicado pela RAVE o cancelamento do estudo do Lote C2 (em 23/6/2004) que previa a passagem do TGV a Este da Serra dos candeeiros.
Efectivamente, também a mudança de localização do aeroporto internacional para Alcochete reforça a necessidade de se efectuar o estudo inicialmente previsto pela RAVE para a passagem do TGV a Este da Serra dos Candeeiros - denominado pelo Lote C2. Consideramos que a nova localização Aeroportuária, determina necessáriamente a exiquidade deste traçado que permtirá a redução do tempo de viagem, com menores custos económicos e ambientais.
O traçado (Lisboa-Porto) a Este da Serra dos Candeeiros, terá maior racionalidade, não só por força da decisão da localização do novo aeroporto, mas também pela menor densidade populacional bem como da aproximação da eventual Estação (Leiria) a um dos maiores pólos de atracção turística do país (Fátima): Penalizar, mais uma vez, uma zona de superior densidade populacional e não aproveitar o fluxo do turismo religioso é inaceitável.
As Populações do Concelho de Alcobaça há muito que reivindicam a modernização da linha do Oeste. Os susbscritores entendem que essa é uma necessidade ferroviária premente, em detrimento de uma rede ferroviária de alta velocidade que não serve as necessidades das Populações de Alcobaça e do Oeste, e que somente causam impacto negativo na sua qualidade de vida.
Para além do mais os subscritores têm seríssimas reservas da efectiva necessidade da Ligação do TGV - Lisboa - Porto, solicitando à Assembleia da República que discuta e intervenha no sentido de se apurar se a relação custo/benefício é adequada à realidade Nacional.
Questionamos se um reduzido ganho temporal inter-cidades, legítima os custos e as consequências no contexto do ordenamento do território.
Assim, ao abrigo do artigo 52.º da Constituição da República Portuguesa e nos termos da Lei 43/90, de 10 de Agosto, vêm os subscritores apresentar a Vª exª a presente petição, solicitando a intervenção da Assembleia da República de forma a discutir e tomar as medidas necessárias no sentido do traçado de alta velocidade (Lisboa - Porto "TGV") passar a Este da Serra dos Candeeiros, tomando-se em consideração o traçado alternativo Lote C2 já equacionado pelos serviços da "RAVE" que inoportunamente foi cancelado por esta empresa.
No mais que discuta e analise profundamente a efectiva necessidade da Ligação Lisboa - Porto em Alta velocidade ferroviária "TGV", verificando-se a relação custo/benefício de tão avultado projecto na sua vertente económica, ambiental, ordenamento territorial e qualidade de vida humana.
Alcobaça, 28 de Janeiro de 2008
O primeiro subscritor, Paulo Jorge Marques Inácio
Nota: - Desta petição são suscritores ----------------cidadãos

Petição Colectiva - TGV (LISBOA-PORTO???)- A Oeste da Serra dos Candeeiros, NÃO!

A petição que acima segue poderá ser assinada nas juntas de freguesia de Prazeres de Aljubarrota, S. Vicente de Aljubarrota, Alpedriz, Cós, Évora de Alcobaça, Benedita, Pataias e Turquel, bem como em colectividades e cafés das mesmas zonas.

A luta contra a passagem do Tgv e os enormes prejuizos sociais, patrimoniais, históricos e ambientais é de todos nós e até dos concelhos vizinhos.

Amigos de Alcobaça:
Não fiquem de braços cruzados! A voz do povo tem muita força, quando unido por causas justas e quando devidamente fundamentados os argumentos dessa luta.

esqueçam bandeiras politicas - a luta é de todos e, TODOS JUNTOS VAMOS MOSTRAR O NOSSO NÃO AO TERRAMOTO TGV!

segunda-feira, janeiro 28, 2008

APELO DOS ATAC

Sr. Munícipe,

se tem nas suas propriedades ou tem conhecimento de algum (s) algar (es), cavidades no solo, poços medievais ou algo estranho, situados em todas as aldeias das Juntas de Freguesia de: Alpedriz, Benedita , Cós, Évora, Pataias, Prazeres de Aljubarrota, Turquel ,S. Vicente de Aljubarrota ( freguesias atingidas pelo TGV) ou ainda no restante concelho de Alcobaça, agradecemos que nos informe para o seguinte endereço ou ainda que contacte o seu Presidente de Junta e o faça contactar-nos.
Esta informação destina-se a fazer um Inventário para Registo em GPS das suas localizações, sobre os solos deste concelho. Iremos também usufruir deste Estudo para mostramos ao nosso país a INSTABILIDADE dos nossos solos para a passagem do TGV.

Obrigado,
Contactos - nossosoloambientealcobaca@iol.pt

A.T.A.C. (Amigos da Terra por Amor á Camisola)

domingo, janeiro 27, 2008

Registo Pessoal do Vereador eleito pela CDU, Rogério Raimundo, da Reunião CM

Destaques da reunião:

- Hospital-Oeste-Norte em Alfeizerão.

- Votei contra 2 processos de obras particulares:

vivenda vanguarda em REN na Venda Nova por cima da Praia do salgado

e na Cruz d’Oliveira na Benedita um edifício de 3 pisos contra a cércea

dominante.

Reunião secretariada pela Jurídica Elisa Policarpo.

Manuel Lemos esteve como “7º vereador”…

Estiveram presentes as estagiárias Mafalda (comunicação e informação) e

Diana (administração

pública)

ANTES DA ORDEM DO DIA

1.O Presidente da Câmara, Gonçalves Sapinho, conduziu os trabalhos e solicitou

a atenção

especial para o tema do Hospital Oeste Norte:

1.1.O governo encarregou a Escola Superior de Gestão para fazer um estudo

sobre a localização e a necessidade deste Hospital para servir os concelhos

a Oeste-Norte

(desde Peniche a Alcobaça/Nazaré).

O estudo foi elaborado no terreno por uma equipa liderada pelo Prof. Daniel

Bessa e concluiu

perante as várias propostas dos concelhos que em Alfeizerão, junto ao nó

da A8, seria a melhor

localização.

Já é público mas pode confirmar que é a Quinta da Cela e fornecer cópia

do estudo?

É a Quinta da Cela e é claro que entregamos cópia. Está a 600m do nó da

A8.

Durante este processo nunca me coliguei individualmente com o Dr. José

Serralheiro, embora reconheça que ele é que trabalhou para este projecto,

nem com ninguée só respondemosao que nos foi solicitado pela equipa

nomeada pelo Governo da Nação.

As Caldas fizeram como nós e apresentaram terrenos.

Há polémica nos jornais com comunicados da Câmara das Caldas

discordando de Alfeizerão.

Nós temos todas as razões para termos o Hospital Oeste Norte em Alcobaça,

em Alfeizerão.

Há quem ponha em causa o LNEC e agora quer pôr em causa o estudo da

Escola Superior de Gestão.

Nós fizemos o trabalho de casa e entrámos no jogo com as regras traçadas

pelo governo.

Vamos agora reunir, amanhã, na Associação de Municípios do Oeste para

preparar as

compensações pelos prejuízos de não haver aeroporto na OTA. Na 4ª fª

vem cá, ao Oeste,

o Sr. Ministro Mário Lino, mandatado em reunião com o 1º ministro.

Lá estaremos com as nossas propostas.

Daniel Adrião diz que falta coesão ao Oeste e que no Médio Tejo é que há

unidade. O Oeste aparece dividido.

José Serralheiro é que teve o mérito de convencer o ministro desta necessidade

deste Hospital.

Caldas tem de facto centralidade e é uma grande cidade, mas eu apoio a construção

do Hospital

Oeste Norte em Alfeizerão.

(fugiu ao solicitado e acrescentou…)

Foi a 1ª vez que se estudou o Campo de Tiro de Alcochete. LNEC deu razões

inequívocas para a

mudança. O resultado foi 4 a 3…O Oeste sente-se naturalmente defraudado.

O Hospital é uma das alternativas compensatórias. Não vai ser o governo vai

ser o negócio da

saúde… A Linha do Oeste modernizada com ligação ao TGV na estação da Barosa

é

outra das compensações…Já estava prometida muito antes desta cena…

Intervim sobre este tema focando, em 1º lugar, o nosso Hospital Bernardino

Oliveira.

Mesmo com esta notícia do estudo apontar para Alfeizerão, a sua construção

não

interfere nas necessidades imediatas dos alcobacenses, durante os anos da

construção

do novo Hospital e posteriormente.

Politicamente nos programas eleitorais da CDU devo confessar que o que

temos

defendido é o alargamento do hospital público das Caldas e a valorização e

qualificação dos Hospitais concelhios.

Presidente Sapinho diz que reuniu com a Administração e há consonância na resolução

destas

necessidades.

Sobre o Hospital Oeste Norte e sobre outros temas temos estado em divergência

quanto

ao estilo de conduzir dossiers nestes 10 anos que estamos na Câmara de

Alcobaça.

Quando José Serralheiro enviou o estudo dele, com cópias para toda a

Câmara,

desde logo, recomendei que a Câmara reunisse com ele. Era um projecto com

boa

fundamentação, por um especialista directo e era um alcobacense. Defendi

que

com ele discutíssemos abertamente. Nunca tal aconteceu. Entretanto o

experimentado Administrador Hospitalar foi fazer o seu trabalho junto das

Caldas

e aí teve acolhimento total quer da Assembleia Municipal quer da Câmara.

Em Peniche parece-me que não teve qualquer apoio.

Voltando às práticas.

Eu preferia que o Presidente Sapinho conseguisse o envolvimento com os

autarcas

vizinhos e com todos os do Oeste para que se procurasse o consenso.

Provavelmente nesta matéria nunca haveria e teria que haver uma estrutura

superior a

deliberar como aconteceu.

O plano estratégico do oeste devia ter essa decisão depois de abertamente

discutida, sem segredinhos que fazem mal à saúde.

Entendo que Alcobaça devia apoiar grandes projectos dos outros concelhos,

apostando

nas suas especificidades, para conseguir que os outros apoiassem os nossos.

Parece-me, por exemplo, que devemos apoiar as Caldas, quando reivindica a

qualificação das respostas do hospital Termal, um destaque especial para a

cidade

das águas termais e Alcobaça devia de apoiar nesta contrapartida.

Reconheço que este governo não pode dar cambalhotas nesta matéria.

Solicitou ao LNEC e deu sequência para o aeroporto no Campo de Tiro de

Alcochete.

Solicitou ao Prof. Daniel Bessa um estudo e este apontou Alfeizerão.

Já deu muitas piruetas mas neste assunto tem urgência em decidir.

Também reconheço que estando perto das eleições de 2009 servirá como um

acto de

propaganda e até parece que vai ser este governo a construir o Hospital.

É o negócio da Saúde.

Não têm no Orçamento um cêntimo para estas despesas.

Vão ser os capitais privados a investir nesta construção e exploração.

É a solução milagrosa que depois custará uma renda choruda. Politicamente

estamos

em desacordo com esta Política nacional e a comando da UE.

Em Lisboa, o Ministério da Saúde, comprou terreno à Câmara de Lisboa para

construir

um novo Hospital.

Aqui, com tanta necessidade para resolver tem de ser a Câmara a comprar a

Quinta da

Cela para oferecer.

Custa-me ver esta discriminação

Presidente Sapinho diz que pode não ser.

No final deste ponto disse que se fosse necessário faria um comunicado mas que não

iria reagir

publicamente à Câmara das Caldas da Rainha.

Lutaria com todas as suas forças para que o Hospital se mantivesse no concelho.

1.2. Vai haver inauguração da biblioteca escolar no Centro Cultural de Alfeizerão. 30.1.

às 10hH

e vai haver o Dia do professor que será a 14 de fev. às 18h no Mosteiro (Vereadora

Alcina justificou

que o dia 3 é Carnaval…). Entregou convites

Vereador Carlos Bonifácio tinha de sair mais cedo daí que o Presidente indicou que o

resto da

Ordem do Dia seria tratado no fim se não houvesse oposição.

Não houve.

Às 17 h fiz então a intervenção…

3.1. TGV – Quero cópia do parecer do Prof. Nunes da Silva e quero saber

quanto se pagou? RAVE e Agência Ambiental tomaram posição…

Câmara o que vai fazer?

Presidente Sapinho disse: damos cópia e tratamos desse assunto na próxima reunião.

3.2.OTA/campo de Tiro Alcochete…Aeroporto passa para o Montijo. Preliminar.

4/3. a

segurança…os custos afinal…13 razões condicionadas ambientalmente.

Desenvolvo o tema na próxima reunião.

Presidente Sapinho já tinha pedido para adiar este assunto.

3.3. O contra-regra com os espectáculos do cine-teatro de Janeiro a Abril está

de novo

com grande qualidade.

Na última reunião houve apresentação dos preços como sendo os habituais.

Olhando

melhor e tendo em conta opinião recolhida, os preços dos bilhetes inflacionaram

muito desde 2006.

Há uma novidade que não foi anunciada: a criação da 2ª plateia! Sem haver

uma clara

separação parece-me um erro. Há espectáculos previstos para este trimestre

que batem recordes com 20 e 18€ na 1ª plateia…

Acho que dever ter em conta os preços mais em conta para as pessoas

deficientes.

Pelo que me informaram, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, as pessoas

deficientes não pagam bilhetes de cinema. Acho que os convidados da pessoa

deficiente deviam ter um preço especial porque cooperam na viagem e no

convívio inclusivo. A pessoa deficiente também deverá poder ir para o

balcão visto que o preço é mais barato com os seus amigos!

3.4.Alcobaça Revisitada merece os meus encómios. A cidade de Alcobaça,

tendo em conta quem promoveu, reuniu naturalmente mais informação.

Bem sei que outros especialistas que temos em Alcobaça fariam diferente dos

que promoveram esta exposição.

Bem sei que a polémica acontece com qualquer produção.

Acho que é um bom exemplo do que se deve ir fazendo nas freguesias: recolha

de documentos e sua digitalização… A memória futura…

Para quando a concretização do ARQUIVO MUNICIPAL?

3.5.Hotel do Parque em S. Martinho do Porto. Continua sem haver intervenção e

o prédio ao lado está quase pronto!!!

3.6. VCI – nota d’imprensa menciona Fevereiro e aguarda data do secretário

de estado…Contradiz o que o Presidente informou na última reunião…

Estão mesmo à espera do secretário de estado PC (Paulo Campos) …

3.7. Dia Municipal de Educação esquecido…Ver texto que enviei a 11.1.2008…

Presidente e Vereadora dizem que optaram pelo festa do dia do professor 3 de Fevereiro.

O governo também não deu saída ao Dia Nacional…

3.8. No sábado passado estivemos no tradicional almoço de convívio dos

autarcas do Bárrio. Quero registar este bom exemplo de fraternidade existente

entre a Assembleia de Freguesia e os eleitos da Junta para a qual também

convidam trabalhadores, dirigentes das colectividades e Pároco.

REUNIÃO ORDINÁRIA

- DIA 21 DE JANEIRO DE 2008 -

ORDEM DO DIA

1

------ACTA DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA SETE DE

JANEIRO DE DOIS MIL E OITO- Comentei…

Não está feita a última de Dez 2007…Não está.

(ACÇÃO SOCIAL) 2

------HABITAÇÃO SOCIAL DE SÃO MARTINHO DO PORTO – MARIA JOSÉ

DOS SANTOS BARRIL - INFORMAÇÃO- adaptação de WC. No 29.

(DESPORTO) 3

------XII TORNEIO “TAÇA CIDADE DE ALCOBAÇA” – CLUBE DE NATAÇÃO

DE ALCOBAÇA - INFORMAÇÃO- custa 9.200€…proposta de 3.000€

30 anos é muito dia a promover a natação…

(DESPORTO) 4

------ IV TORNEIO DE NATAÇÃO DA BENEDITA – BENEDITA SPORT CLUB

NATAÇÃO –- INFORMAÇÃO – custa 7.500€ e a proposta é de 2.000€

(DESPORTO) 5

------FREGUESIA DE VIMEIRO – PARQUE DESPORTIVO DO VIMEIRO – PEDIDO

DE APOIO – INFORMAÇÃO- 7.900€ para a colectividade do Gaio, via Junta de Freguesia.

Agora é assim via Juntas de Freguesia??? Hermínio diz que é um caso especial.

(DIVERSOS) 6

------ INICIATIVAS PARLAMENTARES – ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA – “MUSEU

NACIONAL DO VINHO DE ALCOBAÇA” - SENHOR DEPUTADO FELICIANO

BARREIRAS DUARTE-

(DIVERSOS) 7

------ INICIATIVAS PARLAMENTARES – ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA –

“CONSTRUÇÃO DA VARIANTE AO IC2 ENTRE OS CONCELHOS DE LEIRIA E DA

BATALHA” - SENHOR DEPUTADO FELICIANO BARREIRAS DUARTE-

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 8

------AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA BENEDITA – DRELVT - PROPOSTA

DE NOVAS DENOMINAÇÕES PARA ESTABELECIMENTOS ESCOLARES – fica na mesma:

Agrup. Esc. Benedita para evitar burocracias.

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 9

------AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA BENEDITA – PEDIDO DE VERBA –

2º período de 2007/8….15.340€

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 10

------AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO MARTINHO DO PORTO –

PEDIDO DE VERBA- 1º trimestre…3.960€…

Extra ordem do dia tb aparece Agrupamento de Escolas de Pataias com este

1º trimestre deste ano lectivo…4.590€

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 11

------ INSTALAÇÕES DE ASSOCIAÇÕES PARA AS ACTIVIDADES

EXTRACURRICULARES – ENCARGOS ACRESCIDOS - INFORMAÇÃO- Não há mais

colectividades? Porque é que o CCCela não recebe nada para ceder o salão

para as actividades desportivas???1.800€ para Gaio, Pisões (não tem

outros valores negociados no início do ano???), Casal Pardo, Póvoa, Moleanos

e Quiterense de Valado de St. Quitéria

(Uma grande associação que realizou uma estupenda festa dos 29 anos neste

fim de semana com mais um espectáculo de revista com mais de 200 pessoas!!! )

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 12

----- JARDIM DE INFÂNCIA DA BENEDITA – ALUGUER DE

INSTALAÇÕES - INFORMAÇÃO – 2 lojas enquanto duraram as obras de emergência

custaram 2.250€.

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 13

------CASA DO POVO DE ALFEIZERÃO – ENCARGOS ACRESCIDOS COM

CEDÊNCIA DE INSTALAÇÕES - INFORMAÇÃO – Não vi a documentação…

É mais de 1800???

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 14

------FREGUESIA DE MAIORGA – CORSO DE CARNAVAL DOIS MIL E OITO –

PEDIDO DE APOIO – 750€.2dias

Como é habitual não vejo critérios incentivadores da qualidade nestes apoios

à folia…

Também não vejo que haja verificação…

Faltam os Carnavais da Ataíja e de Alfeizerão…

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 15

------CORPO NACIONAL DE ESCUTAS – CORSO DE CARNAVAL DOIS MIL E

OITO DO VIMEIRO – PEDIDO DE APOIO- 650€…1 dia…orçamento de 2.200€

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 16

------ASSOCIAÇÃO BENEDITENSE DE CULTURA E DESPORTO – CORSO DE

CARNAVAL DOIS MIL E OITO – PEDIDO DE APOIO- 1.650€… 1 noite…orçamento de 7.500€

mais materiais

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 17

------COMISSÃO ORGANIZADORA DO CARNAVAL DE PATAIAS – CORSO DE

CARNAVAL DOIS MIL E OITO – PEDIDO DE APOIO- 4.750€ ..2 dias…orçamento de 80.000€

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 18

------HÓQUEI CLUBE DE TURQUEL – CORSO DE CARNAVAL DOIS MIL E OITO –

PEDIDO DE APOIO- 1.650…2 dias… orçamento de 27.100€

(EDUCAÇÃO, CULTURA E RECREIO) 19

------ASSOCIAÇÃO CULTURAL DE DANÇA CONTEMPORÂNEA DE

ALCOBAÇA – MINUTA DE PROTOCOLO- integra o histórico do CeDeCe…1 ano prorrogável

A deliberação deve ser diferente do que está no documento inicial. Os 38.000€

serão pagos da seguinte maneira: 11x3.166€ + 1x3.174€

Óbidos e Sec. Estado da Cultura porque já não entram no protocolo?

Alcina Gonçalves diz que a SEstado financia em 130.000€ por ano. Óbidos já não

é parceira.

Mantém-se no celeiro?

Vereadora Alcina confirma. Diz que falta arranjar espaço para as aulas.

(LEGISLAÇÃO) 20

-------LEI NÚMERO SESSENTA E SETE TRAÇO B BARRA DOIS MIL E SETE, DE

TRINTA E UM DE DEZEMBRO – lista de credores da adm. central

(LEGISLAÇÃO) 21

-------DECRETO-LEI NÚMERO TREZENTOS E NOVENTA E SETE BARRA DOIS

MIL E SETE, DE TRINTA E UM DE DEZEMBRO – rend. Mínimo mensal garantido de

426€

(LEGISLAÇÃO) 22

-------DECRETO-LEI NÚMERO TRÊS BARRA DOIS MIL E OITO, DE SETE DE

JANEIRO- educação especial…

- Pedro e Inês pelo grupo de teatro do CEERIA. Uma tarde cultural muito

especial.

O entrosamento dos alunos, com professores, com a contadora de estórias

da nossa Biblioteca Municipal e com a dança foi lindo. Há espectáculos memoráveis.

Este é um dos que merecem um 1º destaque.

(LEGISLAÇÃO) 23

-------DECRETO-LEI NÚMERO ONZE BARRA DOIS MIL E OITO, DE

DEZASSETE DE JANEIRO – medidas de acolhimento familiar…

(LEGISLAÇÃO) 24

-------DECRETO-LEI NÚMERO DOZE BARRA DOIS MIL E OITO, DE

DEZASSETE DE JANEIRO – cpcj…medidas de protecção…

(LEGISLAÇÃO) 25

-------PORTARIA NÚMERO MIL SEISCENTOS E TRINTA E SEIS BARRA DOIS

MIL E SETE, DE TRINTA E UM DE DEZEMBRO – 2,9€ de subsídio de refeição…cond. Mínimas…

(LEGISLAÇÃO) 26

-------PORTARIA NÚMERO NOVE BARRA DOIS MIL E OITO, DE TRÊS DE

JANEIRO- indexantes dos apoios sociais…407,41€…actualização das pensões…

(LEGISLAÇÃO) 27

-------PORTARIA NÚMERO DEZASSEIS TRAÇO A BARRA DOIS MIL E OITO,

DE NOVE DE JANEIRO- 492€ x m2 é o novo custo da construção…art. 35ª do CIMI…

PORTARIA NÚMERO DEZASSEIS Traço B - IRS

(LEGISLAÇÃO) 28

-------PORTARIA NÚMERO DEZASSETE BARRA DOIS MIL E OITO, DE DEZ DE JANEIRO-

complemento solidário para idosos… 4,4%

(LEGISLAÇÃO) 29

-------PORTARIA NÚMERO TRINTA TRAÇO A BARRA DOIS MIL E OITO, DE

DEZ DE JANEIRO – actualização de 2,1€ para a função pública e aposentados.

Ajudas de custo…

(LEGISLAÇÃO) 30

-------DECLARAÇÃO DE RECTIFICAÇÃO NÚMERO CENTO E DEZOITO BARRA

DOIS MIL E SETE, DE TRINTA E UM DE DEZEMBRO - farmácias

(OBRAS MUNICIPAIS) 31

------FREGUESIA DE PRAZERES DE ALJUBARROTA – PEDIDO DE APOIO –

100 m de passeio

na Lameira… 36 m3 calçada + 12 m3 pó-de-pedra + 100m de lamcil + 20 sacos

de cimento.

(OBRAS MUNICIPAIS) 32

------EMPREITADA Nº 05/15 P – PISCINAS MUNICIPAIS DE PATAIAS –

REVISÃO DE PREÇOS NÚMERO OITO - INFORMAÇÃO- 14.267,16€…

Daniel Adrião absteve-se.

Quando visitamos esta e as outras obras em curso?

(OBRAS MUNICIPAIS) 33

------EMPREITADA Nº 05/38 P – REQUALIFICAÇÃO DE SÃO MARTINHO DO

PORTO – LIGAÇÃO DA ZONA ALTA À RUA VASCO DA GAMA – REVISÃO

PROVISÓRIA DE PREÇOS - INFORMAÇÃO- 16.288,68€ + IVA

Daniel Adrião absteve-se.

(OBRAS MUNICIPAIS) 34

------EMPREITADA Nº 04/29 P – REQUALIFICAÇÃO DE SÃO MARTINHO DO

PORTO – EXECUÇÃO DE OBRAS – REVISÃO PROVISÓRIA DE PREÇOS -

INFORMAÇÃO – 103.791,97€ …mas como se pagou…deve-se 23.308,47€

Daniel Adrião absteve-se.

(OBRAS MUNICIPAIS) 35

-------EMPREITADA Nº 05/38 P – REQUALIFICAÇÃO DE SÃO MARTINHO DO

PORTO – LIGAÇÃO DA ZONA ALTA À RUA VASCO DA GAMA – TRABALHOS A

MAIS – INFORMAÇÃO- 15.025,29€… como é mais que 15% mas menos de 25%...

Daniel Adrião votou contra.

(OBRAS PARTICULARES) 36

------DESPACHOS DO VEREADOR DO PELOURO DE GESTÃO URBANÍSTICA –

Não os vi!!!

(OBRAS PARTICULARES) 37

------ INFORMAÇÃO PRÉVIA – FREGUESIA DE VESTIARIA ---------------------------

------PROC. N.º 15/2007 – Requerente: Nuno Pedro Duarte Ferreira –

assume as despesas de infra-estruturas!!!

(OBRAS PARTICULARES) 38

------ INFORMAÇÃO PRÉVIA – FREGUESIA DE SÃO MARTINHO DO PORTO --

------PROC. N.º 19/2007 – Requerente: Luís Alberto Ramos Catarino -

(OBRAS PARTICULARES) 39

------ INFORMAÇÃO PRÉVIA – FREGUESIA DA BENEDITA ---------------------------

------PROC. N.º 132/2007 – Requerente: José Joaquim Pedrosa Carmo –

Na Cruz de Oliveira, quando se vai para a Ribafria. 3 pisos.

Votei contra por ser um edifício que está fora do contexto da cércea

dominante da envolvente.

(OBRAS PARTICULARES) 40

------PROCESSO DE OBRAS – FREGUESIA DE MARTINGANÇA ----------------------

------PROC. N.º 4484/2005 – Requerente: Fábrica da Igreja Paroquial de Pataias -

(OBRAS PARTICULARES) 41

------PROCESSO DE OBRAS – FREGUESIA DE ALCOBAÇA -----------------------------

------PROC. N.º 70/2006 – Requerente: Patrícia Cristina Alves Ferreira Angélico e

outra – fora de prazo a levantar a licença…

(OBRAS PARTICULARES) 42

------PROCESSO DE OBRAS – FREGUESIA DE SÃO MARTINHO DO PORTO -----

------PROC. N.º 389/2006 – Requerente: Hermínia Maria Jesus Vicente Rodrigues –

Na Rua do Cais…alargamento em 2 m nas traseiras…

Daniel Adrião achava que devia fazer um estudo geológico.

(OBRAS PARTICULARES) 43

------PROCESSO DE OBRAS – FREGUESIA DE SÃO MARTINHO DO PORTO -----

------PROC. N.º 216/2007 – Requerente: Maria de Fátima Fernandes Luís

Feliciano – aprovado com 3 pisos. R das Ginjeiras.

(OBRAS PARTICULARES) 44

------PROCESSO DE OBRAS – FREGUESIA DE SÃO MARTINHO DO PORTO -----

------PROC. N.º 638/2002 – Requerente: Dirk Remi Adriaan Goethals-

Venda Nova. REN. CCDRLVT concordou. Vivenda.

Voto contra porque tanto quando me recordo a aprovação anterior de 2002

era pararestauro de ruínas rústicas que já existiam antes da REN e do PDM…

Agora, apesar de haver redução de área de construção e da vivenda ser muito

vanguarda e quem para lá viver terá a melhor das paisagens, não

compreendo como naquele contexto da envolvente podemos aprovar esta obra.

Daniel Adrião também votou contra.

(OBRAS PARTICULARES) 45

------PROCESSO DE OBRAS – FREGUESIA DE PATAIAS --------------------------------

------PROC. N.º 911/1998 – Requerente: Imoembra – Empreendimentos

Imobiliários, Limitada -

(PROTECÇÃO CIVIL) 46

------BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ALCOBAÇA – PEDIDO DE APOIO – INFORMAÇÃO –

reparação auto escada: 6.850€

(PROTECÇÃO CIVIL) 47

------ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES FLORESTAIS DOS CONCELHOS DE

ALCOBAÇA E NAZARÉ – PEDIDO DE APOIO - INFORMAÇÃO – dos 15% pagam-se

agora 9.294,23€

(TOPONÍMICA) 48

------ JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO MARTINHO DO PORTO - OFICIO----------

CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA – toponímia aprovada em Assembleia de

Freguesia.

(TESOURARIA) 49

------RESUMO DIÁRIO DA TESOURARIA-

Extra ordem do dia

E1. Agrupamento de Escolas de Pataias…expediente e limpeza 1º trimestre

deste ano lectivo…4.590€

E2. JF do Bárrio recebe 6 m3 brita 2 para muro alargamento passeio da URBA + 5 carradas

de toutvenant

E3. P61.06 de Adelaide Vicente e Silvino Ganhão. O terraço passa a ter tijoleira

cerâmica vermelha. Pedem para pagar 25.974,5€ em prestações… Ficaram por 4…

E4. JF Turquel recebe 200 sacos de cimento, 500 tijolos de 15, 5”carradas” d’areia

e 2 carradasde brita.

E5. Misericórdia de Aljubarrota tem protocolo especial com a Câmara com o Pré-escolar

oficial refeições… 30,42€ x nº de crianças no completamento do horário

229,62€ x sala…e .29,46€ x criança

E6. RESOPRE tinha um protocolo desde 13.6.2006 com a Câmara para utilização

racional dos aparelhos parquímetros… Agora serão 6 máquinas…ao fim de 3 anos ficam

propriedade

do município… Quanto é a percentagem que pagam à Câmara? Vereador Carlos

Bonifácio informa que a Câmara recebe 20% da receita (ou 15%?) … Parece-me

muito pouco…

E7. Vários bares querem prolongar horários de Carnaval até às 6h… Nostalgia e

Gostas de Mim em Pataias.

E8. Vereadora indica a Chefe de Divisão Ana Saraiva para representar a Câmara

no Agrupamentoda Sec. D. Pedro I.

E9. Vereador Hermínio Rodrigues apresentou um pedido de subsídio para JF

Turquel para uniformizar critérios de funcionários… Presidente recomendou-lhe

que acertasse a colocaçãode trabalhadores da câmara para as Juntas…Que é preciso

emagrecer o quadro de pessoalda câmara… Assunto retirado!!!!

E10. Prestação de Serv. Higiene e limpeza nos edif. Técnicos. ~

Ganhou uma empresa “Lourilimpeza lda por 2.751,20€ +IVA…Vereador Hermínio

diz que é quase metade da que estava… Lamentoque venha com certeza mais

exploração para quem trabalha e depois é mais uma empresa de fora do.

concelho…

E11. redução do período da época balnear para este ano…Água de madeiros e Légua

passama ter de 15.6 a 1.9…. As outras praias do concelho: de 1.6 a 15.9.

E12. P.228.2001 fábrica Alpedriz. Entrega de especialidades.

A reunião começou às 14h40’ e terminou às 17h50’