
Está na hora de partir para umas merecidas férias.
É isso mesmo!
Um abraço a todos
Lúcia Duarte
VAMOS DAR A ALCOBAÇA O QUE ELA MERECE E TEM PERDIDO COM ESTE ELENCO AUTÁRQUICO? COMO? CHAMANDO A ATENÇÃO, CRITICANDO E APRESENTANDO ALTERNATIVAS PARA O PROGRESSO

(estes dentinhos não caem quando voltar à TVI porque foram colados com heraldite e comprados numa loja dos chineses do reinado da Benedita)É uma verdadeira vergonha a forma de agir do presidente da câmara para com os cidadãos deste concelho.
Já não nos bastava ter um presidente despesista, que se dá ao luxo de gastar o dinheiro dos nossos impostos em:
· montanhas russas (VCI),
· comprar um terreno para oferecer ao Estado para construir um hospital (que ainda não sabemos se vem para Alcobaça),
· em requalificar (?) a frente do Mosteiro, gastando imenso dinheiro para termos hoje o que por lá se vê (ou melhor, o que não se vê…
· de se preocupar mais em negociar campos de golfe ao invés de negociar a não passagem do tgv pelo concelho,
· de ter comprado a quinta da serra (quando já em 2003 o então deputado Paulo Inácio avisava sobre o terramoto que se previa),
· de ser inculto o suficiente para dar entrevistas onde comenta que as origens do mosteiro de cós remontam aos séc. XI e como sendo do estilo barroco,
· de em plena sessão de entrega do diploma de finalista do nosso mosteiro ás 7 maravilhas de Portugal consegue dizer que a batalha de Aljubarrota se deu em 1410, que gasta 180 000 euros para trazer um mágico a Alcobaça
e mais…
· de ofender a oposição chamando-lhes mosquitos e protagonistas de pacotilha
· de maltratar uma cidadã de S. Martinho por ela “se atrever” a enfrentar o ditador fazendo perguntas incómodas
· de ofender um deputado municipal na sua honra e dignidade profissional
· de se dirigir a uma cidadã que lhe pedia explicações sobre as mentiras do seu vice-presidente afirmando: “ a senhora tá proibida de falar comigo”
· de chamar uma cidadã e de “a proibir de passar nas ruas onde ele passasse porque, segundo ele, a cidadã cheira mal”, apenas porque ela “se atreveu a ignorá-lo e não se chegou perto para o beija-mão”
Tudo isto já passa todos os limites do admissivel e só demonstra a qualidade moral, cultural e civica desta “pessoa” (que até faz questão que o tratem por dr ) mas que, dia-a-dia vai tornando a autarquia no maior circo do país.
Mas parece que, afinal, não ficamos por aqui…
O presidente da Câmara municipal de Alcobaça, na passada segunda-feira, em plena sessão camarária, deu-se ao luxo de atacar, de uma forma extremamente ordinária e agressiva, um elemento da delegação da direcção da comissão concelhia do ps, cidadão exemplar , professor universitário de profissão , bem conceituado no nosso concelho (e não só) e um verdadeiro critico à má gestão destes “artistas do circo alcobacense” (sem desprimor para as nobres e honestas profissões do circo).
Ferozmente VOCIFEROU (perante os olhares incrédulos dos jornalistas presentes):
“.VOCÊ TEM UM NIVEL ABAIXO DE PORTEIRO e é MENTALMENTE DESVIADO.”
António Delgado, o alvo da ira sapónica, ainda agradeceu estes ataques que revelavam a incapacidade para dirigir uma autarquia .
Para terminar, o mestre sapo (mestre da má formação) ainda diz que não conhece António Delgado (mas insulta-o) e, no entanto, diz, perante todos (vereadores e comunicação social): “nem sequer conhecia o sr nem nunca tinha lido o conteúdo do blog e que se recusava a ler…Mas que lhe tinham dito o que constava no blog…que estava calmo e que até foi altissimamente, moderado e que não é com energúmenos que se eleva a política…”
Bem meus amigos, afinal,este é mesmo o homem que desgoverna Alcobaça, uma pessoa de baixo nível cultural, sem educação, que considera baixa a profissão de porteiro, que desrespeita tudo e todos e ainda gasta o nosso dinheirinho.
Mas eu até vou tentar fazer a boa acção do dia: vou tentar aumentar os conhecimentos do “dono do palacete cor-de-rosa” (ainda não houve verba para o pintar de laranja) fazendo um pedido ao António Delgado ( Prof Doutor): caro amigo, seria possivel enviar-me um resumo do seu CV ,para eu poder dar um bocadinho de cultura geral ao nosso mentalmente elevado presidente de câmara? (por favor resuma mesmo porque se for muito longo e sem banda desenhada ele pode cansar-se a não ler!)
Que grande palhaçada se tornou esta equipa e que grande circo se tornou Alcobaça!

Este documento é posto a circular clandestinamente.
No dia 14 de Março o governo demite os generais Spínola e Costa Gomes dos cargos de Vice-Chefe e Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, alegadamente, por estes se terem recusado a participar numa cerimónia de apoio ao regime.
No entanto, a verdadeira causa da expulsão dos dois Generais foi o facto do primeiro ter escrito, com a cobertura do segundo, um livro, "Portugal e o Futuro", no qual, pela primeira vez uma alta patente advogava a necessidade de uma solução política para as revoltas separatistas nas colónias e não uma solução militar.
No dia 24 de Março a última reunião clandestina decide o derrube do regime pela força.
Em 1933 o regime é remodelado, auto-denominando-se Estado Novo e Oliveira Salazar passou a controlar o país, não mais abandonando o poder até 1968, quando este lhe foi retirado por incapacidade, na sequência de uma queda em que sofreu lesões cerebrais.
Foi substituído por Marcello Caetano que dirigiu o país até ser deposto no 25 de Abril de 1974.
Sob o governo do Estado Novo, Portugal foi sempre considerado uma ditadura, quer pela oposição, quer pelos observadores estrangeiros quer mesmo pelos próprios dirigentes do regime.
Formalmente, existiam eleições, mas estas foram sempre contestadas pela oposição, que sempre acusaram o governo de fraude eleitoral e de desrespeito pelo dever de imparcialidade.
O Estado Novo possuía uma polícia política, a PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), uma evolução da ex-PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado), mais tarde DGS (Direcção-Geral de Segurança), que perseguiria os opositores do regime.
De acordo com a visão da história dos ideólogos do regime, o país manteve uma política que considerava a manutenção das colónias do "Ultramar", numa altura em que alguns países europeus iniciavam os seus processos de alienação progressiva das suas colónias.
Apesar da contestação nos fóruns mundiais, como na ONU, Portugal manteve uma política de força, tendo sido obrigado, a partir do início dos anos 60, a defender militarmente as colónias contra os grupos independentistas em Angola, Guiné e Moçambique.
Economicamente, o regime manteve uma política de condicionamento industrial que resultava no monopólio do mercado português por parte de alguns grupos industriais e financeiros (a acusação de plutocracia é frequente).
O país permaneceu pobre até à década de 1960, o que estimulou a emigração. Notou-se, contudo, um desenvolvimento económico a partir desta década
(...)Estamos também numa hora em que se demonstra a fulanização da política. Perdem-se horas de debate para decidir quem será o futuro leader do PSD e nada se discute para as políticas necessárias, para as grandes soluções ou para as medidas mais básicas: para quem vive na miséria, ou para quem está desempregado(...).
(...)Temos de sair de casa e lutar inteligentemente, procurando os consensos, a unidade, para transformar e para almejar a vida feliz que todos aspiramos (...).
às vezes tenho a sensação que a população do nosso concelho está adormecida, apática e sem capacidade de reacção.
Aljubarrota é uma das vilas mais antigas de Portugal. Considerado um ponto estratégico, na batalha que lhe deu o nome, aliado à lenda da Padeira, tornaram Aljubarrota um dos locais mais conhecidos da nossa história.
Mas Aljubarrota não vive do seu nome glorioso. Aljubarrota precisa de agitação a nível cultural e turístico.
Precisa de gente com visão e com garra que lutem por ela, precisa de fixar e/ou atrair jovens, novas ideias, reestruturar mentalidades. Precisa de olhar o presente tentando alcançar um futuro mais promissor.
O turismo será, de certo, o caminho, não só das nossas freguesias, mas de todo o concelho.
Talvez as freguesias de Aljubarrota não representem muitos votos mas apenas porque ninguém apostou nelas, de verdade. Aliado à história, temos o facto de ser um ponto de passagem dos peregrinos para Fátima e o que se tem feito para aproveitar este factor? Nada!
Agora, nem temos um local onde se vendam recordações da terra, não temos um posto de turismo e, até temos de recorrer a pessoas de fora para divulgar a nossa terra às imensas excursões que por cá passam.
Ah, como eu gostava de ver isto mudar!...